Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
Porr@!

E sim, estou a referir-me à temperatura.

Ontem saí e na autoestrada optei por fechar os vidros (não, o meu vintage não tem ar condicionado), já que o vento que corria dentro do carro era insuportávelmente quente!

Resumindo: a flor de estufa está 'tupitada' hoje: é a voz sumida, a garganta que dói até os ouvidos, e o nariz pingão. Não dá para acreditar - eu pelo menos não percebo - mas ontem estive seis horas de seguida na rua, a andar de um lado para o outro, para trazer meia dúzia de sacos... pois, o grosso de compras não foram para mim... arghh, doem-me as pernas de tanto andar em piso de hipermercado e Centro Comercial - e o que eu adooooro C.Comerciais - não!

Areas com ar condicionado+areas sem=chques térmicos, e hoje... 'tou assim.

Mas isto tudo para gritar um alerta à navegação:

NÃO ARRUMEM (ainda) A ROUPA PARA O FRIO!

Segundo a meteorologia do nosso amigo sapo, domingo vão estar uns fabulosos 17º! Que depois destes 'trintas e...', vão parecer 7º ou 8º.


Isto é tudo para não terem trabalho duas vezes...


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Assinado: Fátima Bento às 10:29
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
O meu top 5 de livros de 'coiso', e um livro em concurso!

Aqui a vossa amiga já disse para aí algures que lê - e gosta de ler! - livros de auto-ajuda desenvolvimento pessoal, e de auto-ajuda psicologia positiva.

Alembram-se?

Pois então aqui segue o meu top 5 de livros de auto-ajuda:

#5 - Projeto felicidade, Gretchen Rubin (de que falei aqui)

#4 - Um ano à beira Mar - Joan Anderson (qu'horror, deste ainda não falei no blogue...)

#3 - Gosto de ti assim, Marta Gautier (deste já falei aqui)

#2 - Positivamente, Catarina Rivero e Helena Marujo (falei da Helena Marujo aqui)

#1 - Em busca da perfeição, Tal Ben Shahar  

(falei dele aqui, mas não o suficiente...)

 

Podem começar a contar com um post sobre cada livro... vou é ter de lhes passar a vista (ui, estes livros não são assim muito só de passar a vista) primeiro.

E depois há os outros. os que não se me colaram à pele. Os que li e acho que devo compartilhar.

Por isso, é hora de concurso!!!

Dizei-me, senhoras e senhores, uma de duas coisas:

  • façam um top 5 dos melhores livros de auto ajuda (ou o que lhes quiserem chamar). Se não conseguirem chegar aos cinco, fiquem-se pelos três - não vale mais de cinco, nem menos de três

OU

  • Contem-me de um livro que vos tenha feito ver a vida de outra maneira. Basta um, mas têm que contar como foi o impacto.

Enviem aqui para a menina* - fatima_bento@sapo.pt, e habilitem-se a ganhar este livro:

É no minimo interessante: mas como tinha lido este, já há algum tempo, e está ali, todo pimpão na prateleira a cochichar - ó Fatti, já me lias outra vez, não? - quero dar a oportunidade de outros lerem este.

Vá lá, toca a participar!

P.S: com isto ATÉ PARECE que estou a dar razões para me dizerem: e com estas leituras vem ela dizer mal do José Rodrigues dos Santos! Pfff.

Pfff, PFFFF, PFFFFFF!



Assinado: Fátima Bento às 19:27
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O resultado da final do Britains Got Talent foi assim:

Pois que os ingleses são uns despachados... depois de semanas de castings, a semana passada teve 5 semifinais, de segunda a sexta, e a final, no sábado.

E o resultado final foi assim:

#3

#2

#1

... e não tendo havido menção honrosa, como é habitual não haver, este número teve um bombom, que foi a quase-garantia do Simon em editar-lhes um álbum, logo na primeira vez que pisaram o palco,o e o endosso, no final desta apresentação, do fato de não parecerem concorrentes, mas sim um grupo que foi lá fazer uma exibição. 

Editem os gajos, que eu compro o álbum. É garantido que começo dia bem disposta!



Assinado: Fátima Bento às 11:32
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
O calor cá em casa vive-se assim:

SÁBADO

DOMINGO
HOJE


Assinado: Fátima Bento às 19:44
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O que eu vi no sábado - tão, tão bom...

Vou falar de cinema, mas aviso já: se estão à espera assim de uma critica idónea, imparcial e intelectualóide de um qualquer filme com um palmarés de prémios de peso, esqueçam.

(por acaso vi um filme este fim-de-semana, que encaixa nessas premissas - mas falo nisso noutra altura)

Andava há qu'anos para ver este filme - mais propriamente três, já que o filme é de 2009. E este sábado, foi o dia.

Eu e o marido no sofá, cada um de teclas ao colo e headphones - bela foto eheheheh - ele a ver um qualquer filme que não me apetecia ver e eu a ver o tão esperado Hachiko.

Ok, eu estava mesmo à espera que fosse um filme muito emocional, e que com um bocadinho de sorte me fizesse soltar duas ou três lágrimas. Esperava e mais, desejava.
Logo de inicio começamos com os ohhhhhh e ahhhhhhh, enquanto Hachi ainda é cachorro. A cena do basebol é "épica": o Richard Gere deixa-o na sala e liga a tv para ele se sentir acompanhado e não ganir, mas como está a dar basebol, acabam os dois no sofá a partilhar uma enorme taça de pipocas...

Hachi cresce e passa a ir levar Parker à estação de comboios. E sempre na hora certa, 17:05 está no mesmo lugar para o ir buscar.

E um dia, Hachi tenta impedir o dono de ir, de todas as formas que lhe são possíveis, mas o professor Parker parte para a Universidade, e acaba por falecer durante uma aula.

À hora marcada, Hachi está no local habitual, mas o dono não sai do comboio. Mantém-se ali, horas a fio, até que surge a família que o leva para casa.

E os anos passam.
Hachi acaba por se torna um homeless dog, para continuar a ocupar aquele lugar que é o dele, sempre à espera do dono.
E após 10 anos de espera, Hachi vê novamente o dono a sair da estação e a chamá-lo com uma palmada na coxa.
Hachi corre para ele e voltam a reencontrar-se no abraço do costume. Hachi fecha os olhos, e vai com o dono.
Ok.
Assim que o cão sai da sua 'casota' improvisada, debaixo de uma velha composição abandonada, ainda de noite, para ir ocupar o seu lugar, aqui a vossa amiga abriu a torneira... que só fechou já os crédito tinham acabado de passar. Ele foram snifadelas, soluços, e tudo e tudo a que se tem direito numa choradeira pegada, daquelas que nos deixam a alma resplandecente de lavada.
Quanto à qualidade do filme, a emoção é tanta que não é possível fazer uma avaliação 'a frio'. O IMDb dá-lhe 8/10, o que me parece muito bem, embora eu lhe desse aí um 12 ou 15, mas pronto. Às vezes para fazer um bom filme, não é preciso mais de que pegar numa boa história e não inventar muito. E foi isso que Lasse Halström fez.
E FEZ mesmo, mesmo bem.
Resta-me acrescentar que este filme é baseado numa história real, passada no Japão - pode lê-la aqui. No local onde o verdadeiro Hachiko esperou 9 anos (sim, os americanos atribuíram-lhe um ano a mais) pelo seu dono, existe hoje uma uma estátua em bronze em sua homenagem.
E não tenho mais nada a dizer senão que este filme TEM de constar na lista dos filmes-a-ver-antes-de-morrer. Mesmo para quem acha xónisse chorar a ver um filme (PRINCIPALMENTE para quem pensa assim).
Baldes de lágrimas - eu! eu!
Obrigatório.


Assinado: Fátima Bento às 14:10
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Domingo, 13 de Maio de 2012
Porque é que a pata atravessou a estrada?...

13:30h.

Calor de bradar aos céus, nem uma brisa, aposto que para cima de 30º. Venho do Seixal, depois de ter bebido um café com os olhos na paisagem. Agora com eles na estrada, a chegar uma rotunda, diminuo a marcha, reduzo a mudança, olho para o lado...

... e vejo uma pata com cinco patinhos em fila indiana atrás, a subir o lancil do passeio do lado oposto ao rio.

Os filhotes espremem-se para subir, mas não conseguem!

Faço a rotunda, mas em vez de seguir o meu caminho, viro a 360º, e vou ver onde encostar o Rocinante Zarolho para ver se consigo ajudar os filhotes.

Ai encostas, encostas: vejo a pata levantar vôo, e dou comigo outra vez no mesmo lugar, onde a carrinha que me precedia quando lá passei e quase parei a primeira vez (e espetei o pescoço, para ver se alguém via o mesmo que eu), estava parada com os quatro piscas ligados e dois mocinhos, assim para o 28, 30 anos, um deles com as mãos em concha se apróxima do rio. Aventura-se o mais que pode sem escorregar nas pedras viscosas e poisa o bebé patinho. Volta ao piso seguro da pedovia e fica a vigiar o precurso que o mesmo faz. Nesta altura eu estou a 'acompanhar' a situação de perto, porque acabo de parar atrás da carrinha e liguei os meus quatro piscas. Debruço-me para o lado e capto a atenção do não-portador-de-patinho, que se apróxima do carro e me dá as novidades: recuperaram três, e dois perderam-se a fugir deles, no meio das ervas.

O diálogo era uma mistura de alegria e de pena - três sempre estavam bem, mas os outros dois...

Entraram para a carrinha, arrancaram, eu também, e cada um foi à sua vida... na primeira oportunidade, volto atrás. Estaciono antes da rotunda e vou em busca dos patinhos perdidos. Quando chego ao local alguém berra em chamamento, num som que não me parece de pássaro. Assim que os meus passos se fazem soar, zut, silêncio.

Paro, e mantenho-me ali imóvel, a ver se indrómino os pequenos, mas debalde. Silêncio absoluto. E eu ali, parada à torreira do sol, na hora de maior calor. 

Lá voltei, derrotada, ao bólide. Mas se não tivesse voltado e tentado, provávelmente estava ainda a pensar num '...e se...'

Voltei para casa e despi-me ao pé da porta da rua: fiquei como vim ao mundo, e se tivesse torcido a roupixa, tinha ficado uma poça no chão. E eu podia ter-me ali estendido ao comprido e dizer que tinha morrido (prov+ávelmente de desidratação e depois, afogada.

...mas foi uma aventura tão gira!

Quais são as probabilidades?

Vou arriscar uma resposta ao título do post:

... porque apanhou muito sol na moleirinha, e a direita para que deveria ir não era aquela direita... era assim mais a outra...


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Assinado: Fátima Bento às 21:41
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Sábado, 12 de Maio de 2012
Uma notícia preocupante por ser notícia per si...

A capa da Time desta semana está a levantar uma imensa polémica... pois, nos Estados Unidos.

(clique na capa e veja mais fotos da sessão)
Tenho de transcrever partes do que li aqui.
«A imagem mostra Hamie Lynne Grumet, 26, mãe de Los Angeles que escolheu não trabalhar para criar seus filhos. Por causa da foto, a revista pode ser considerada "com restrições parentais" e até pode ser publicada com tarja preta sobre a foto. Há grupos afirmando que a prática faz apologia ao incesto e ao voyeurismo».
Quê?
«Hamie, a modelo da capa (...) já foi ameaçada por vizinhos que tentaram chamar o juizado de menores por considerarem o ato uma forma de assédio sexual.»
Ok.
Já todos assumimos que os americanos são um bando de idiotas hipócritas o povo americano é um povo de contrastes, e que alegados puritanos pululam como moscas na merd@ velando pela moral alheia.
E este é um exemplo do absurdo elevado à estratosfera.
O movimento Attachement Parenting teve a sua inspiração no livro "The baby book" (espreite o mesmo por dentro aqui) escrito em 1992 pelo Dr. William Bill Sears e pela esposa. De lá até agora, são centenas de milhar, os pais seguidores da filosofia preconizada pelo mesmo. Entre outras coisas, Sears defende a amamentação até tarde, partilhar a cama com os filhos, e transportá-los em marsupios, ou mochilas próprias, em detrimento das cadeirinhas de passeio, como forma de promoção da proximidade física entre pais e filhos - veja aqui, os 7 alicerces, by Dr William Sears onde se baseia o attachement parenting.
A primeira vez que tive contato com esta filosofia, foi no livro 'A minha vida em 32 posturas de yoga', de Claire Dederer. No segundo capítulo, ela descreve como as mães de Seattle Norte tentam ser o-mais-perfeito-possível, colocando-se em último lugar (e é aí que a porquinha começa a torcer o rabo, i.e. que é confirmada a regra que tudo o que é demais é de evitar... isto sou EU que digo).
Para encurtar a estória, Claire consegue conceder-se a liberdade de seguir o seu instinto, e libertar-se de alguns 'espartilhos sociais' - afinal de contas, na zona em que vive o único comportamento socialmente aceite é o mesmo o que está a ser criticado agora, nesta polémica levantada pela Time - sem que corte completamente com a premissa.
Mas voltando à falsa questão dos puritanos americanos.
A verdade é que aquela gente é como os burros: teimosos e quando param, não há quem os faça avançar. Nem à porr@d@ lá vão. Gerou-se na sociedade global - com extremismo (nada de novo) nos EUA - o pavor da pedofilia. Mais a necessidade de proteger as criancinhas de qualquer forma de mau trato, sendo ele físico (e neste caso, uma nódoa negra no braço é um caso de polícia, garanto, porque aconteceu com uma amiga minha num dos Estados mais civilizados, o Conneticut), ou psicológico - o que deixa um imenso leque falsas hipóteses aos psicólogos de pacotilha que existem dentro de cada um dos ultra conservadores que aproveitam qualquer aberta para se abespinharem contra 'os outros' que invariavelmente estão 'errados' - afinal para alguns ocidentais o extremismo também é uma forma de vida...
É de fato pornográfica a ideia de que dormir com os pais é pedofilia.
É sem dúvida obsceno que alguém associe a amamentação aos três anos (ou mais) com assédio sexual.
E porque cargas d'água é que ela resolveu abordar este assunto, perguntam os meus mais recentes leitores - sim, que os que me acompanham de há longo tempo, já estão a ver o filme todo.
Pois é que eu 
  1. decidi ficar em casa com os rebentos;
  2. amamentei a mais velha até aos dois anos e meio;
  3. amamentei o mais novo até aos três;
  4. a Inês dormiu comigo também até os dois e meio, altura em que a minha avó veio viver connosco e passaram a dormir  em camas contíguas;
  5. o Tomás dormiu comigo até beeeem mais tarde - às paginas tantas EU comecei a ir dormir com ele, já que não cabíamos os três na mesma cama, e eu não vivia numa casa do tamanho das dos americanos que mandam fazer camas XXL para caberem todos na mesma.
  6. Sempre perferi o marsupio à cadeirinha de passeio, e inclusive muitas vezes andei a fazer as tarefas domésticas com eles pendurados o peito; 
  7. nunca deixei os meus filhos chorar - se EU me sentia angustiada quando eles choravam, porque cargas d'água havia de prolongar o mau estar de ambos?
  8. Sempre segui o meu instinto e descartei conselhos de terceiros. O meu motto era a primeira frase do livro Meu Filho, Meu Tesouro, do Dr. Benjamin Spock: "Você sabe mais de que pensa".
Não me arrependi de nenhuma decisão que tenha tomado, se voltasse atrás fazia igual. Mesmo se o meu filho me disse uma vez, há coisa de uma ano: "mãe, gostava que não tivesses dormido comigo até tão tarde, que me tivesses obrigado a ser mais independente", a verdade é que ele NÃO DORMIA  menos que eu lá estivesse. A menos que eu cantasse. E a choradeira... bem, já perceberam o que eu penso de choradeiras...


Assinado: Fátima Bento às 15:27
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Sassetti, uma notícia demasiado triste...

Morreu Bernardo Sassetti. 

 Ficámos TODOS mais pobres.



Assinado: Fátima Bento às 12:07
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Uma excelente notícia!

Já foi encontrado um dador de medula óssea compatível para o filho de Carlos Martins, Gustavo, que sofre de aplasia medular.

A notícia foi divulgada ontem à noite na página do Facebook do pai.

E este é um caso que fez correr não só muita tinta, mas também muita gente aos locais de rastreio de dadores. O jogador, ao apelar à descoberta de um possível dador compatível, em desespero pela condição de saúde do pequeno Gustavo, terá assim tido um gesto que muitos apelidarão, absurdamente, de egoísta, e que ao invés resultou num generoso contributo para o banco de dadores.

Quantas vidas serão salvas por conta deste despiste?

A Carlos Martins, é devido o grande obrigado da sociedade civil.

Ao pequeno Gustavo, dou os parabéns, desejo que tudo corra bem, e envio daqui um enorme beijo!



Assinado: Fátima Bento às 11:36
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A sunset party da NailsMeeting foi assim... (parte 1)

 

 



- Segunda-feira há mais fotos...




Assinado: Fátima Bento às 00:03
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