E sim, estou a referir-me à temperatura.
Ontem saí e na autoestrada optei por fechar os vidros (não, o meu vintage não tem ar condicionado), já que o vento que corria dentro do carro era insuportávelmente quente!
Resumindo: a flor de estufa está 'tupitada' hoje: é a voz sumida, a garganta que dói até os ouvidos, e o nariz pingão. Não dá para acreditar - eu pelo menos não percebo - mas ontem estive seis horas de seguida na rua, a andar de um lado para o outro, para trazer meia dúzia de sacos... pois, o grosso de compras não foram para mim... arghh, doem-me as pernas de tanto andar em piso de hipermercado e Centro Comercial - e o que eu adooooro C.Comerciais - não!
Areas com ar condicionado+areas sem=chques térmicos, e hoje... 'tou assim.
Mas isto tudo para gritar um alerta à navegação:
NÃO ARRUMEM (ainda) A ROUPA PARA O FRIO!
Segundo a meteorologia do nosso amigo sapo, domingo vão estar uns fabulosos 17º! Que depois destes 'trintas e...', vão parecer 7º ou 8º.
Isto é tudo SÓ para não terem trabalho duas vezes...
Aqui a vossa amiga já disse para aí algures que lê - e gosta de ler! - livros de auto-ajuda desenvolvimento pessoal, e de auto-ajuda psicologia positiva.
Alembram-se?
Pois então aqui segue o meu top 5 de livros de auto-ajuda:
#5 - Projeto felicidade, Gretchen Rubin (de que falei aqui)
#4 - Um ano à beira Mar - Joan Anderson (qu'horror, deste ainda não falei no blogue...)
#3 - Gosto de ti assim, Marta Gautier (deste já falei aqui)
#2 - Positivamente, Catarina Rivero e Helena Marujo (falei da Helena Marujo aqui)
#1 - Em busca da perfeição, Tal Ben Shahar
(falei dele aqui, mas não o suficiente...)
Podem começar a contar com um post sobre cada livro... vou é ter de lhes passar a vista (ui, estes livros não são assim muito só de passar a vista) primeiro.
E depois há os outros. os que não se me colaram à pele. Os que li e acho que devo compartilhar.
Por isso, é hora de concurso!!!
Dizei-me, senhoras e senhores, uma de duas coisas:
OU
Enviem aqui para a menina* - fatima_bento@sapo.pt, e habilitem-se a ganhar este livro:
É no minimo interessante: mas como tinha lido este, já há algum tempo, e está ali, todo pimpão na prateleira a cochichar - ó Fatti, já me lias outra vez, não? - quero dar a oportunidade de outros lerem este.
Vá lá, toca a participar!
P.S: com isto ATÉ PARECE que estou a dar razões para me dizerem: e com estas leituras vem ela dizer mal do José Rodrigues dos Santos! Pfff.
Pfff, PFFFF, PFFFFFF!
Pois que os ingleses são uns despachados... depois de semanas de castings, a semana passada teve 5 semifinais, de segunda a sexta, e a final, no sábado.
E o resultado final foi assim:
#3
#2
#1
... e não tendo havido menção honrosa, como é habitual não haver, este número teve um bombom, que foi a quase-garantia do Simon em editar-lhes um álbum, logo na primeira vez que pisaram o palco,o e o endosso, no final desta apresentação, do fato de não parecerem concorrentes, mas sim um grupo que foi lá fazer uma exibição.
Editem os gajos, que eu compro o álbum. É garantido que começo dia bem disposta!
Vou falar de cinema, mas aviso já: se estão à espera assim de uma critica idónea, imparcial e intelectualóide de um qualquer filme com um palmarés de prémios de peso, esqueçam.
(por acaso vi um filme este fim-de-semana, que encaixa nessas premissas - mas falo nisso noutra altura)
Andava há qu'anos para ver este filme - mais propriamente três, já que o filme é de 2009. E este sábado, foi o dia.
Eu e o marido no sofá, cada um de teclas ao colo e headphones - bela foto eheheheh - ele a ver um qualquer filme que não me apetecia ver e eu a ver o tão esperado Hachiko.

Hachi cresce e passa a ir levar Parker à estação de comboios. E sempre na hora certa, 17:05 está no mesmo lugar para o ir buscar.
E um dia, Hachi tenta impedir o dono de ir, de todas as formas que lhe são possíveis, mas o professor Parker parte para a Universidade, e acaba por falecer durante uma aula.
À hora marcada, Hachi está no local habitual, mas o dono não sai do comboio. Mantém-se ali, horas a fio, até que surge a família que o leva para casa.
13:30h.
Calor de bradar aos céus, nem uma brisa, aposto que para cima de 30º. Venho do Seixal, depois de ter bebido um café com os olhos na paisagem. Agora com eles na estrada, a chegar uma rotunda, diminuo a marcha, reduzo a mudança, olho para o lado...
... e vejo uma pata com cinco patinhos em fila indiana atrás, a subir o lancil do passeio do lado oposto ao rio.
Os filhotes espremem-se para subir, mas não conseguem!
Faço a rotunda, mas em vez de seguir o meu caminho, viro a 360º, e vou ver onde encostar o Rocinante Zarolho para ver se consigo ajudar os filhotes.
Ai encostas, encostas: vejo a pata levantar vôo, e dou comigo outra vez no mesmo lugar, onde a carrinha que me precedia quando lá passei e quase parei a primeira vez (e espetei o pescoço, para ver se alguém via o mesmo que eu), estava parada com os quatro piscas ligados e dois mocinhos, assim para o 28, 30 anos, um deles com as mãos em concha se apróxima do rio. Aventura-se o mais que pode sem escorregar nas pedras viscosas e poisa o bebé patinho. Volta ao piso seguro da pedovia e fica a vigiar o precurso que o mesmo faz. Nesta altura eu estou a 'acompanhar' a situação de perto, porque acabo de parar atrás da carrinha e liguei os meus quatro piscas. Debruço-me para o lado e capto a atenção do não-portador-de-patinho, que se apróxima do carro e me dá as novidades: recuperaram três, e dois perderam-se a fugir deles, no meio das ervas.
O diálogo era uma mistura de alegria e de pena - três sempre estavam bem, mas os outros dois...
Entraram para a carrinha, arrancaram, eu também, e cada um foi à sua vida... na primeira oportunidade, volto atrás. Estaciono antes da rotunda e vou em busca dos patinhos perdidos. Quando chego ao local alguém berra em chamamento, num som que não me parece de pássaro. Assim que os meus passos se fazem soar, zut, silêncio.
Paro, e mantenho-me ali imóvel, a ver se indrómino os pequenos, mas debalde. Silêncio absoluto. E eu ali, parada à torreira do sol, na hora de maior calor.
Lá voltei, derrotada, ao bólide. Mas se não tivesse voltado e tentado, provávelmente estava ainda a pensar num '...e se...'
Voltei para casa e despi-me ao pé da porta da rua: fiquei como vim ao mundo, e se tivesse torcido a roupixa, tinha ficado uma poça no chão. E eu podia ter-me ali estendido ao comprido e dizer que tinha morrido (prov+ávelmente de desidratação e depois, afogada.
...mas foi uma aventura tão gira!
Quais são as probabilidades?
Vou arriscar uma resposta ao título do post:
... porque apanhou muito sol na moleirinha, e a direita para que deveria ir não era aquela direita... era assim mais a outra...
A capa da Time desta semana está a levantar uma imensa polémica... pois, nos Estados Unidos.
Já foi encontrado um dador de medula óssea compatível para o filho de Carlos Martins, Gustavo, que sofre de aplasia medular.
A notícia foi divulgada ontem à noite na página do Facebook do pai.
E este é um caso que fez correr não só muita tinta, mas também muita gente aos locais de rastreio de dadores. O jogador, ao apelar à descoberta de um possível dador compatível, em desespero pela condição de saúde do pequeno Gustavo, terá assim tido um gesto que muitos apelidarão, absurdamente, de egoísta, e que ao invés resultou num generoso contributo para o banco de dadores.
Quantas vidas serão salvas por conta deste despiste?
A Carlos Martins, é devido o grande obrigado da sociedade civil.
Ao pequeno Gustavo, dou os parabéns, desejo que tudo corra bem, e envio daqui um enorme beijo!
Todos os direitos reservados.
Para mais informações clique aqui
. Porr@!
. O meu top 5 de livros de ...
. O resultado da final do B...
. O calor cá em casa vive-s...
. O que eu vi no sábado - t...
. Porque é que a pata atrav...
. Uma notícia preocupante p...
. Sassetti, uma notícia dem...
. A sunset party da NailsMe...
. IMPERDÍVEIS
. AMIGOS DO PEITO
. - Por cá
. - O diabo veste prada e nós também
. A CINTILAR NA BLOGSFERA
. - Uma Sombra Projectada no Silêncio
. GENTE CONHECIDA
. DESIGN
. DIY & Crafts
. - Micasa
. ORGANIZAÇÃO
. - The Busy Woman & The Stripy Cat
. MEDIA
. SITIOS ÚTEIS
. Até ver
. healing
. clare