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Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

Ter | 02.12.08

Quantum olé!

Fátima Bento

Pois é.

 

Digam lá o que disserem, mas James que é Bond é o Craig.

 

Vi, pois vi, os outros todos - também só se fosse cega, que a quantidade de vezes que passaram nos canais portugueses, vai lá vai... E no início, o Sean Connery, era mesmo o 007. O Roger Moore, um bocadinho menos. Depois houve o outro senhor de quem me não lembro o nome que tropeçou no papel por acaso, e o inigualável Pierce Brosnan - inigualável por ser igual a si próprio. Em todos os filmes que faz - só ainda não percebi se é 007 em todos, ou se é o 007 que é Brosnan, Pierce Brosnan... Mas isso agora também não interessa nada...

 

Mas se já tinha gostado  do "Casino Royale", e este não lhe ficou atrás. Perdeu-se a veia romântica do agente, aflorada no Casino ou quase, mas, no fim, não se perdeu nada. 

 

E é de assinalar a vertigem de muitas das cenas de acção, filmadas a todo-o-gás, e que poderão para muitos ser uma mais valia do filme, para mim funcionou um bocadinho como: 'espera aí o que que está a ... aconteceu?'

 

Mas valeu bem a pena tê-lo visto em écran grande.

 

 

 

E, já agora, o senhor só se enrolou com uma Bond Girl, coisa de somenos e fimada como tal.  

 

Este é que é! Bond Sec XXI

 

B'jinhos,

 

Fátima

 

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