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Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

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30
Jun09

Gosto

Fátima Bento

Do meu marido e dos meus filhos. Das minhas gatas, principalmente da Mia. Gosto de ver o mar bravo, sob o céu cinzento. Do cheiro das primeiras chuvas depois de um Verão quente. Do cheiro de relva acabada de cortar. De quando uma musica me enche a alma. De quando os livros me fazem esquecer as horas. De quando um filme me deixa sem palavras. De chorar. De rir. De fazer maluquices com os meus filhos. De fazer maluquices sózinha. De brincar com o meu marido. De gambas a l'ajillo. De coisas doces (ih, que sou gulosa!). De me sentir elevada quando leio alguma coisa que me toca o coração. De descobrir a solução para pequenas coisas depois de magicar nelas. Da paz de sentir o passado no seu devido sítio. De quando a minha filha me diz que o namorado diz que a mãe dela é um espectáculo. De quando o meu filho diz que sou a melhor mãe do mundo. De quando o marido diz que há barreiras com os filhos que só eu consigo ultrapassar. De ir ao Continente encher um carrinho, depois de andar duas horas a comparar preços. Que a Mia se deite no meu colo debaixo dos lençois. Do "Mentes Criminosas. Do "Mental". De ouvir musica alta. Do swing de Sinatra e de Bublé. De escrever. Dos meus blogues. De comentários. De ir à cabeleireira. De ir ao cinema. De viajar a ouvir MP3. De viajar tout court. De ver filmes no portátil. De bébes recém nascidos. De água lisa, Vitális ou Penacova - também pode ser Luso. De batidos de morango. De Caramel Machiatto. De brownies. Da Disneyland. De Donner box's. De clima moderado. De roupa nova na mudança de estação. Do cheiro dos livros acabados de comprar. De Nespresso, Indirya, Rosabaya, Roma, Dulsão. De compras online e entregas ao domicílio. De revistas. De pilhas de livros espalhadas pela casa. De um caos ordenado. De quando consigo ultrapassar a barreira de mãe e ajudar a Inês para além de maternalismos sonsos. De quando o meu filho compreende o que digo. De ver o meu marido feliz. De me sentir inteligente. De rir por ser petulante e me achar inteligente. De ser forte. Gosto mesmo de saber que sou forte.

 

(há mais um sem número de coisas de que gosto, mas por agora fico-me por aqui, ok?)

 

 

 

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