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Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

30
Dez09

O meu ano

Fátima Bento

Se fazer o balanço de qualquer ano é complicado, o deste ano ainda é mais... posso dizer que foi um ano intenso, é o melhor adjectivo para o qualificar. E com a mania que eu tenho de volta não volta, pensar com as tripas, a coisa descarrilou algumas vezes =o(

 

Já consegui ler o blogue até ao fim de Outubro e daí para cá, a coisa ainda está guardada no meu disco rígido...

 

Ou seja, este ano, segundo o blogue diz, andei sempre cansada - desconfio que como quando me sentia cansada tinha de parar para descansar, e aproveitava para escrever no blogue, acabava por dizer sempre o mesmo...  No entanto, o meu cansaço foi de várias ordens: devido ao calor, à tiróide, ao sistema nervoso... e foi também um cansaço desta vida que vivo e que houveram alturas que não tolerava. Acabei por conseguir mudar o mais díficil, com as cartas todas e cima da mesa, e a ideia clara que ou as coisas mudavam, ou a mesa ia à viola. Até agora resultou, vamos ver se se continua assim.

 

No que diz respeito à saúde, foi um ano "diferente": desde ter sido diagnosticada uma doença crónica à Inês, logo no início do ano, até no Outono outro psiquiatra achar que tinha sido mal diagnosticada, e lhe ir retirando a medicação, que já não toma, aconteceu de tudo um pouco: tive de me enfiar no meu bolso, deixar as minhas macacoas para outras núpcias, que, afinal, depressão da pikena foi absurdamente difícil de acompanhar, já que foi exponêncialmente violenta, com crises psicóticas e o diabo a quatro. No entanto não me safei de ter a maior crise depressiva de sempre, que acabou por me ajudar a fugir para a frente, que não quero, nem posso, passar por mais nenhuma.

 

O meu piolho foi finalmente operado aos adenóides, e correu tudo com uma tranquilidade tão zen que até parece mentira. Eu fui operada de urgência ao maxilar superior e não só não foi zen como foi horrível.

 

Gripe A também andou cá por casa. mas curou-se com Ben-u-Ron, Ipobrufeno, líquidos e muita cama. E só a Inês é que teve, não passou a mais ninguém. Êta gente com boas defesas!

 

Financeiramenete, foi o pior ano de que tenho memória, e neste momento 2010 não se afigura melhor. Trabalhei dois meses, e adorei, mas acabei por mandar aquela gente toda áquele sítio, e vim-me embora. E se só um ordenado para quatro sempre foi complicado, agora não chega. E é vê-los a fazer malabarismos... uma real merd@.

 

Coisas boas houveram, ó se as houveram: as férias foram um deleite de tranquilidade, a minha festa de aniversário foi um miminho tão bom, tão bom, e, prontus, consegui a carta de condução!!! Esse foi o momento alto do ano, tão alto que quando me lembrar de 2009, vai ser como o ano em que tirei a carta!

 

E existem as fases, as famosas fases que os filhos atravessam - estão sempe a atravessar uma... - e que no caso da maior, já vai sendo altura de as deixar, que 18 anos já é muito ano. O mais pikeno está numa e tem todo o direito a ela, ter 13 anos é mesmo muito complicado.

 

E não posso deixar de assinalar a minha ida às "Tardes de Júlia", que foi super divertido. E tive dois textos publicados em revistas, mas nada que mereça aqui destaque. E por falar em destaque, o meu blogue esteve em destaque, pela segunda vez desde que nasceu.

 

Desejos para 2010, tenho-os, mas isso é outro post.

 

Coisas menos boas deste ano, terá sido o desfecho do post "disciplinas"... e o meu post mais comentado do ano, que só o foi pelas piores razões, que se alargaram aos posts seguintes. Coisa mais que horrorosa.

 

Aliás, os comentários insultuosos e mesquinhos seguiram-me na blogosfera até ao blogue em que participei como co-autora, e de onde acabei por ser banida (há uma primeira vez para tudo, mas a coisa não teve mesmo piada nenhuma), ao que se seguiu um pedido de desculpas e um "ficam as portas abertas", e quejandos - sim, sim, atão não, o meu silêncio foi a minha resposta.

 

E, claro está, como a maioria sabe, fechei todos os blogues, e só rebri depois de alguma introspecção, mas sem a veia que tinha antes, e que custou a voltar - cá entre nós, ainda não voltou em pleno.

 

E foi assim o meu ano: com muitas coisas menos boas, mas também com outras boas, e todas bem vincadas.

 

Afinal, uma ano como tanta gente teve.

 

B'jinhos,

 

Fátima

 

P.S: volto mais logo ou amanhã cedo, com os destaques de 2009, e os desejos para 2010.

 

29
Dez09

Segue dentro de poucos minutos, ou isso...

Fátima Bento

E está a aproximar-se a hora do balanço do ano, e como o meu disco rígido é de parca capacidade, resolvi ler o blogue, a ver se me lembro de alguma coisa que me tenha esquecido (duh... faz sentido, não faz?)

 

Amañhã já devo conseguir fazer a resenha da coisa.

 

Por agora fico-me por aqui. Caso me surja alguma coisa, ainda cá passo hoje

 

B'jinhos,

 

Fátima

27
Dez09

Natal 2009, o filme...

Fátima Bento

Eu disse que voltava dia 26 com fotos, e prontinha a contar como foi o Natal... sim, pois não voltei, e tive razões para isso... ainda hoje não sei o que hei-de dizer.

 

O Natal foi estranho =o\

 

Decidimos fazê-lo sempre cá em casa, já que na casa dos pais do Vitor era sempre uma estopada, aquela gente tem o espírito natalício de uma ervilha, o stress é tanto que até se corta à faca. E este ano começou com um contratempo: o meu sogro esteve a trabalhar até às 23h., e com a estória do espírito natalício ser abaixo de zero, não quis cá vir a essas horas. A minha sogra, estávamos a acabar de jantar e dizia: depois de comer vamos embora, não estamos aqui a fazer nada! Durante a distribuição das prendas, em que cada um abre a sua, e só depois se entrega a seguinte, vá, despacha-te, tira outra, nunca mais saímos daqui! E o único sorriso que deu na noite de Natal, ficou registado para a prosteridade:

 

 

 

Um regabofe, portanto, a noite de natal, encerrada com um desaguisado entre a filha da minha cunhada e a própria, já que a primeira não gostou do telemóvel que lhe deram.

 

Melhor, só mesmo o dia de natal: a minha sogra continuou com o bom humor contagiante da véspera, mas "melhorado", tinha comentários azedos a fazer a toda a gente cada vez que passava pelas pessoas... ou seja, para o ano vamos fazer a consoada E o almoço de Natal cá em casa, que eu prefiro ter trabalho a que me estraguem a celebração com merdinhas dispensáveis.

 

E como o que é bom nunca acaba, hoje almoçámos lá todos, outra vez (mas a minha sogra hoje estava normal), e houve uma discussão empolgada, barulhenta, mas amigável, por causa dos médicos de serviço no Hospital Garcia de Orta, eu a favor das pausas que eles fazem, e toda a gente contra mim (eu queria ver, 12 horas a atender doentes de seguida, sem pausa nem conversas de chacha sobre férias, máquinas fotográficas e o diabo a quatro... metade dos doentes, à conta do stress dos médicos, vinha mal medicado... mas sobre isso, falo outro dia). Ás tantas calei-me, que os argumentos foram repetidos até à exaustão, sempre os mesmos, e pronto, está bem, só abri a boca para dizer, tens direito à tua opinião e eu à minha, ficamos assim!

 

Mas vamos lá concentrar-nos no lado bom do Natal, que também o houve.

 

O jantar foi o sucesso que já tinha sido no ano passado, já que o menu foi práticamente igual, à excepção da sobremesa, que este ano foi fondant de chocolate servido morno, acompanhado por uma bola de gelado de nata e noz. 

 

Depois, enquanto se fazia a distribuição dos presentes, a Audrey resolveu seduzir toda a gente: rebolou-se no chão, brincou com os atacadores dos sapatos, subiu para dentro da perna da calça do meu cunhado, saltitou de colo para colo, arranhou as unhas (cortadas) nos sapatos dos hómes, ou seja, sou-linda-sou-linda-olhem-como-eu-sou-linda!

 

(aqui, a estrela da noite, ao colo do avô Vitor: o descanso da guerreira...)

 

E quanto a prendas, este ano foi mesmo um ano de crise... A Inês, prenda que se visse, só mesmo a Audrey, de resto, teve um livrinho, dois chapéus, um conjunto de roupa e umas botas, dinheiro, bombons e boxers azuis. O Tomás foi pelo mesmo caminho, roupa, ténis, bombons, boxers azuis, e uma prenda grande... mas já conto... eu tive uma auto prenda: o CD+DVD Crazy Love, do Michael Bublé, Bombons, um porta-chaves que eu andei a namorar e a Inês ofereceu, uma continha Morelatto para o meu fio de couro Pandora, e cuecas azuis. O Tomás ofereceu-me um anel lindíssimo que não me serve em dedo nenhum - nem no polegar - e os cunhados, para mim e para o Vitor, ofereceram uma pedra de grelhar, que nós adorámos! O meu mais-que tudo, recebeu uma garrafa de whiskey, uma de licor beirão, 50% da pedra de grelhar, e o livro comemorativo dos 50 anos do Asterix, prenda minha. Dos filhos, recebeu uma caneca do glorioso e um cachecol laranja. E, claro, bombons e boxers azuis!

 

A surpesa da noite foi, então, para o Tomás: juntámos esforços, e comprámos-he uma guitarra electrica. Escusado será dizer que ele não estava nada à espera, e que foi uma reacção explosiva...

 

 

E pronto. Deixo-vos com umas fotos do Natal mais estranho de que tenho memória. Mas as coisas são como são, não como gostaríamos que fossem...

 

(tio e sobrinha)

 

(mãe e filha)

 

(eu)

 

B'jinhos,

 

Fátima

24
Dez09

HO HO HO!!!!

Fátima Bento

 

Pois e como é da praxe, venho desejar a TODOS os que me acompanharam nos últimos 12 meses, um GRANDE NATAL, cheínho de coisas boas e, como presentes no sapatinho, muito amor e paz, bem como saúde, que com crise ou sem ela, são o mais importante!

 

 

Só volto depois do Natal, com as fotos do mesmo pelo que reafirmo os meus desejos para todos.

 

Beijinhos, muitos, e tudo de bom!

 

Fátima

 

P.S: a Audrey hoje já comeu sózinha, e corre a casa toda atrás de nós, fiz o jantar com ela sentada no chão ao lado dos meu pés! Coisa mais kiiiiida!!!!!

 

22
Dez09

A Sra Dra e a Audrey

Fátima Bento

Pois é, hoje fomos à veterinária. E ficámos a saber que a criaturinha é uma Audrey. Pronto, é oficial, mais uma menina! E eu já não lhe chamo cagalhoto/a, porque já baixei as defesas que incnscientemente tinha levantado, e ela é uma coisa fofinha da avó.

 

Então, foi assim:

 

A dra olhou para ela e disse "Ai que estás tão maltratada, coitadinha, vamos lá ver se te safas!" A Inês ficou para morrer, e eu, que todos os dias ia espreitar ao quarto da Inês com o coração apertadinho, e já tinha visto a raça da bichana, pensei não me parece que não se safe...

 

Entretanto procedeu à observação, pesou, mediu, auscultou, e tutti quanti. Depois, desparasitou e deu-lhe duas injecções, anti-inflamatório e antibiótico.

 

Em meio a isto tudo, a médica já tinha desistido da ideia de que ela não se safava, já que a bichaninha tem força de viver para ela e mais meia dúzia! quando lhe dá para escapar dos nossos braços, até ganha asas. E é muito refilona!

 

No final, trouxemos papa para a pequenina, descongestionante para 8 dias, antibiótico para o mesmo tempo, e ainda desparasitante para estas duas.

 

Agora quer vê-la na quinta-feira de manhã, e pronto (espero bem que não se lembra de pedir $ pela consulta, que eu dou-lhe uma cabeçada! Hoje já lá deixei aquilo que neste momento é para mim, quase uma pequena fortuna...)

 

E agora fiquem com uma curiosidade: a Audrey - sim, d'auprés Audrey Hepburn - gosta de dormir de nariz no ar. E depois dá nestas posições engraçadas:

 

 

 

Eheheh...

 

B'jinhos,

 

Fátima

22
Dez09

Eu até devia, não devia?

Fátima Bento

Eu devia estar a ver qual é o post do ano, não devia? Pois devia.

 

Eu devia estar a escrever todos os dias no "O Ano Novo e o Natal da Dona de Casa", não era? Era, pois.

 

Eu devia estar a arrumar, para amanhã limpar e depois de amanhã cozinhar, certo? Certo...

 

ENTÃO PORQUE É QUE NÃO ESTOU?

 

Esta é uma das respostas...

 

 

(é óbvio que ando podre, de cansaço e stress, não é? Uma maquiagenzita ajudava, mas prontus... )

 

Como se pode ver, aqui em casa já sou dividida entre estas duas, civilizadamente...

 

E ainda hoje, vou contar como foi a consulta na veterinária. Mas isso é mais logo - agora tenho de ir estrelar ovos (serio, cá em casa só eu é que sei estrelar ovos...)

 

Cherioo!

 

Fátima 

21
Dez09

Update ao Cagalhoto:

Fátima Bento

Até confirmação pela veterinária, a Audrey é um Nimoy. Pelo menos foi o que nos pareceu descobrir. O Vitor ficou satisfeito, já que acha os machos mais meigos - não são, mas em comparação com as femeas da casa (estou a falar das gatas, ok???) não é dificil...

 

A Inês comporta-se como uma mãe estremosa, e na primeira noite nem dormiu. Claro que não faz nada a não ser babysitting ao animal, 24/7, e eu já lhe disse que ela NÃO PARIU, e há muita coisa para fazer cá em casa... não larga o bicho, mas à bocado deixou a criatura entregue aqui à avó, e bazou com o namorado... Ora o bichinho mal põe as patas no chão, que ela não deixa, a não ser para ir desenfreado à procura da mãe, quando ela sai de perto dele... e não grama a avó, que lhe limpa a ranhoca, lhe lava o olhinho, e lhe dá leite de soja à força, com uma seringa... olhem, teve de gramar! Lá esteve ao meu colinho, a ronronar, e depois acabei por pô-lo na poltrona, com o aquecedor pertinho, e ele lá ficou, e está, muito "xugadinho".

 

Pior, pior é a Mia, que quer colinho e eu fiquei empestada com o cheiro do Cagalhoto (é o apelido do animal, para desespero da mãe), salta-me para cima, com ar de desgraçadinha, cheira-me o pijama, desata a bufar, e dá de frosques. Já a Blimunda, que não está habituada a colo, vem até à sala, "pranta-se" em frente à poltrona a ronsnar e a bufar, e deixa-me possessa. Coisa mais irritante! Mas tem havido mimos a dobrar para as duas, que isto de ter de dividir o espaço com terceiros é uma chatice...

 

E assim está, neste momento, o Cagalhoto:

 

 

E aqui a avó não tem mãos a medir, está passadinha dos carretos, com tanta coisa para arrumar... e só de pensar que quando o sr. Cagalhoto acordar, tenho de lhe dar outra vez leite, fico cheínha de vontade de fugir!

 

Bom, eu tenho de ir arrumar, etc., quinta-feira está já ao virar da esquina!

 

 

B'jinhos

 

Fátima

 

19
Dez09

A família aumentou, de seis elementos para sete

Fátima Bento

Ontem, ia eu comprar um franguito para o meu jantar e do Tomás, vem ter comigo uma caganita de gato. Yá, uma caganita de gato, de tão pequenino. E estava tão maltratado, rameloso, sem uma vista, sujo-sujo-sujo, que peguei no bichinho e pensei: vais comigo para cima!, enquanto lhe dizia: - Olha! És um presente de Natal?

 

E foi.

 

Mal entrados em casa, apresentei-o às outras duas que bufaram o resto da noite, e fechei-me com ele, que afinal parece que é uma ela (espero bem que sim) na casa-de-banho, água morna no lavatório e banhinho, que estás imunda. Pois que não gostou, mas foi uma valente! Depois foi secá-la em frente ao aquecedor, para evitar a hipotermia, e lavar-lhe os dois olhinhos com soro fisiológico.

 

 

Agora, o animal, além do olhinho estropiado, também estava (e está) com uma constipação de dar dó, e quando espirrava, levantava o focinho, e espirrava para o ar (blerrgh, era chuva de ranhoca!), e quando sentia ranhito no nariz, abanava a cabeça com força - a minha camisola está para lavar, e com uma temperatura alta, pf! - e lá vai ranhoca para todo o lado...

 

 

Nesta atura do campeonato, a Mia já tinha amarrado o burro, e a Blimunda não descolava os olhos do meu colo onde, em meio a um ninho feito com o meu robe (que sim, também está para lavar, lol), espreitava de vez em quando a pequenitates.

 

 

Entretanto chegou a minha filha, e eu mostro-lhe a piolhinha. Ela rende-se na hora, é minha, é minha, se for preciso não me dão mesada, um gato neste estado ninguém adopta - e porque é que achas que eu o trouxe, duh! - e tutti quanti. Atraca-se à gatinha, e estão agarradas até agora - a Inês nem dormiu.

 

 

Entretanto, a Mia lá veio para o meu colo, sem tirar os olhos da poltrona onde estava a Inês, de ninho ao colo, bufando quando a pequenina se mexia. E de noite, lá dormiu dentro da cama - à terceira tentativa de eu a convencer - estando hoje meiguinha como de costume - mas ainda não viu a outra, que continua no quarto da pikena.

 

Isto foi o que eu encontrei à bocado quando entrei no quarto da Inês:

 

 

Ou seja, eu não ficava bem com a minha consciência se deixasse o animal na rua, já que, no estado em que estava, não sobrevivia de todo. Com miminhos e calor, já não está tão constipada, e o olhinho regenerou-se, de ontem para hoje, nítidamente, tendo ontem um cheiro fétido, que hoje já quase não se nota . E está feliz, feliz, embora ainda não coma - porventura ainda estaria a ser amamentada?  Penso que seja já muito grande para isso, terá à volta de dois meses - ou não consegue comer porque até respira de boca aberta?

 

Agora será tudo uma questão de tempo... a sua regeneração total, e a aceitação das duas cá de casa - que é o que vai demorar mais tempo.

 

A minha filha está tão feliz que diz que queria o telemóvel, mas prefere a gata.

 

E pronto, uma estória com final feiz. A Inês está encantada, e à Audrey - sim, a Inês já lhe deu nome - saiu a lotaria, o euromilhões, o totoloto, o totobola e o joker, tudo no mesmo dia!

 

Estou feliz e em paz, com este desfecho.

 

E aqui se comprova que a Mia já fez as pazes comigo, por isso estou a teclar com uma mão só...

 

 

B'jinhos,

 

Fátima

  

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