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Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

31
Mai11

Da felicidade e afins [parentesis]

Fátima Bento

E aqui interrompo o relato das aventuras em Londres, para falar sobre as minhas leituras. Sinto falta de falar sobre assuntos diversos; vá-se lá saber porque diabo resolvi fazer o registo da viagem de seguida... por tal isso, desde dia 5 que só escrevi três ou quatro vezes!

 

Bom, antes de ir d'abalada, li de cauda a rabo o fantástico "Em busca da Perfeição" de Tal Ben Shahar, professor de Psicologia Positiva da universidade de Harvard.

O livro aborda o quanto o prefecionismo é contraproducente a tantos níveis. Por meu lado, admito: o meu nome é Fátima Bento e sou prefecionista, com um índice de otimalismo (o perfecionismo em versão light e melhorada) crescente. Mas é realmente impressionante, à medida que vamos lendo o livro vamo-nos encolhendo, encolhendo... há alturas em que até coramos! Parece que o autor está a falar de nós - sim, que não há NINGUÉM que não seja prefecionista. Se não acreditam, leiam o livro que NÃO é de auto-ajuda, embora ajude bastante =o)

 

Entretanto ainda comecei o "Tropeçar na felicidade", de Daniel Gilbert, também ele professor em Harvard, desta feita de psicolgia.

O livro é um 'tratado' científico que nos leva a observar a forma como funcionam o cérebro, a memória e afins, de uma forma bastante simples - apesar do livro não ser simplista é perfeitamente percetível, nada académico. Isto até onde o li, que depois viajei e não me apeteceu levá-lo comigo... fui no avião a ler a Sábado, lá não lhe toquei nem pensei em política... férias são férias - DE TUDO.

 

Quando voltei, comprei dois YOU - o a sua beleza e o sempre jovem. Li o primeiro em dois dias - na diagonal, claro, que aquilo é um belo calhamaço. O segundo ainda nem abri (!...). Entretanto, comecei a ler um divertido "Maudit Karma" de David Safier, escritor alemão. Vai ser o meu companheiro de praia, mal eu acabe o que estou a ler agora (só o comecei para avaliar a "cólidade" do material).

 

Li sobre o livro que estou a ler agora na pag 44 da revista Caixa Woman deste trimestre, e achei que deveria ser interessante: chama-se "Projecto Felicidade" e relata um ano da vida da autora, a americana Gretchen Rubin, em que criou e seguiu um projecto por forma a ser (mais) feliz.

Gretchen "armou-se até aos dentes" de todo o tipo de literatura ligada ao tema, desde livros de auto-ajuda até obras do Dalai Lama, passando pelos dois livros de que falei acima (surpresa!), e traçou o seu plano mês a mês, passando pelas várias areas da sua vida onde quis investir. Vou a perto de um terço do livro, e estou desildida; o livro não prima elas referências bibliográficas: menciona algumas, ao-de-leve, sem que remeta grande parte ao devido autor. As parafrases são "livres", não obedecendo a nenhum princípio específico. Mas o mais importante, o que de facto me está a desiludir, é que falta paixão e entusiasmo na narrativa. Gretchen quis, de alguma forma fazer um relato "sério" do seu 'Projecto', mas falha redondamente na tentativa de criar o desejo do leitor seguir os seus passos... conseguiu, de facto fazer um livro que não é um livro de auto-ajuda (coisa que ela não quereria) mas falha redondamente a prateleira dos livros sérios. Vale pelo formato, que pode ser melhorado.

 

E então é isso. Mal este acabe, espera-me então o abaixo:

 

E mal termine, este:

 

...que me fez companhia no avião de regresso. Serão estes dois últimos os meus "livros de verão".

26
Mai11

As aventuras da Fátima na Terra dos Bifes: Partes IV e V

Fátima Bento

 

Tendo em conta que voltei de Londres no dia 11 de Maio, e estamos a 26, se não me despacho a escrever o resto, ainda me esqueço, e a ideia é ficar aqui com o registo, para mais tarde recordar. Por isso, é bom continuar com o registo!

Bom, íamos no domingo 8 de Maio... acordei um bocadinho indisposta, mas nada iria fazer-me perder um dia! Por isso, metemo-ns dentro do autocarro e rumámos ao centro de Londres, mais própiamente a Picadilly Circus. Como a coca-cola fazia 125 anos, estaval a distribuir miniaturas de latas do "remédio" em plena praça. Por isso, ó pra nós a pousarmos com o adereço:

  

 

Ainda andámos a ver os musicais, mas estavam fora de orçamento (não que sejamm muito caros eu é que sou tesa linda...

 

 

E pronto, fomos ao Trocadero (onde fica o imenso Sega World), e andámos a "xeretar" lojas japonesas. Fomos também ao Forbiden Planet, e afins. Como (penso que já aqui terei dito isto) as lojas em Londres são hiper-mega quentes, e é obra aguentar muito tempo lá dentro, acabámos por voltar cedo para casa, tendo trazido take away para  jantar. No serão, vimos os episódios de "Britain's Got Talent" que eu ainda não tinha visto, e deitám-nos, alegadamente, mais cedo.

 *****

Na segunda-feira, rumámos (de novo) a Finsbury Park: almoçámos no jardim de um cafézinho muito agradável, propriedade de uma senhora portuguesa, "Food for Thought". Eu comi uma torrada e bebi um chá: soube-me pela vida, lembrou-me o meu dia-a-dia em Portugal, fez-me uma 'ligação à terra'. 

 

 

A seguir, fomos conhecer o British Museum. Que é imponente, tanto no exterior como no seu interior, um hino à mistura entre o clássico e o contemporaneo.

 

  

 

 

Não vou catalogar as obras expostas em termos de importância, mas é fantástico poder observar os baixo relevos do Parthenon sem ir à Grecia, e fabuloso poder ver aquela que eu considero a jóia da coroa das peças (só destaco mesmo esta): a Pedra de Rosetta, a chave de (quase) todos os enigmas e códigos...

(os baixo-relevos e um capitel - é assim que se chama, não é?- do Parthenon)

 

 (a pedra de Rosetta)

Quando saímos, resolvemos ir conhecer - e deambular por - Chinatown. Nem os chineses escaparam à loucura do casamento real: olh'aí os cartazes que enfeitavam as "entradas" do local:

 

 

Acabámos por jantar por lá, no restaurante mais pequeno e vazio. Pedimos hóstias de camarão e umas king prawns agridoces do tamanho de um punho de bebé, de-li-ci-o-sas, acompanhadas de arroz chau-chau.

 

Vimos alguns espaços mágicos como esta linda casa de chás:

 

E algumas lojas com artigos mais ou menos parecidos com o que se vende nas lojas que pululam por cá...

 

 E foi o fim do ante-penúltimo dia!

18
Mai11

A aventura da Fátima na terra dos Bifes - parte III

Fátima Bento

Dia grande!

 

A pikena sai dos teens e entra, alegadamente, na adultícia. Alegadamente porque ela tê-lo-hà feito quando saiu de casa de armas e bagagens para desenhar o seu futuro, atrás do seu sonho, para o morder com os dentes todos! Parabéns, miúda, não só por fazeres os anos, os 20, todinhos, mas pela coragem e capacidade de trabalho. 5 estrelas é dizer pouco, e dizer que te admiro também não é nada comparado com o orgulho que tenho por ti!

 

E assim, mais cedo que na sexta, vêmo-nos no centro de Londres - não me perguntem onde exctamente, que não tenho ideia do nome, mas acho que foi assim a modos que para os lados da uni, vou arriscar Holloway Road, mas não garanto nada... começámos o dia num teatro tranformado em café, uma coisa linda e imponente, cheia de 'senior citizens' a ler o jornal, onde tive o prazer de beber um Segafredo à maneira (sim, que em londres também há bicas! A £1,20-£1,40, mas há!).

 

 Desculpem lá o nacisismo, mas adorei estas... e aqui a nina linda (sim, é mesmo verde):

Quando saímos daqui, compras: um anel na Top Shop, e umas contas para o cordão de couro da Pandora. E fomos almoçar, uma jacket potato ENOOOORME que deu para as duas to share, e ainda lá ficou para uma terceira pessoa! Olha só que coisa deliciosa:

 

E logo, logo de seguida seguimos para a zona turistica, mais própriamente para o local onde a moça trabalha.

No museu, tirámos umas fotos divertidíssimas - dificil é decidir quais ponho aqui...

 

 

 

 

Depois de muito bem visto, e de ter tido o prazer de conhecer os colegas dela - e um artista que têm o atelier no museu, e que já trabalhou com a Pixar - saímos para o lado do London Eye, nas traseiras do museu. E mesmo à minha frente, do outro lado do Tamisa, um arrepio e a constatação: eh pah, 'ou MESMO em Londres!

Caminhámos ao longo da margem do rio, onde inúmeros artistas partilham com a multidão de turistas as suas artes. Inclusive, um "gato" cantou os parabéns à Inês!

 

Ainda fomos à Folio (a Fnac inglesa) onde comprei um 'flip book' para o Tomás, e ao BFI (British Film Institute, que produziu o magnifico "Discurso do Rei"), de onde trouxe um tote bag para moi, e um livro p'o marido.

 

Demos a tarde por terminada, já que os amigos da pikena deveriam estar a chegar para a festa de aniversário dela e do amigo Julien. Deitei-me um bocado (ó cabeça, pára de rodar), e depois juntei-me ao pessoal, e passámos uma noite bem agradável, à volta da imensa bonfire ateada no jardim. Graças a deus (ou se calar não... eheheh, Inês cala-te!) eu tinha levado porto, senão tinha passado a noite a seco. É que nem cerveja nem cidra, 'brigadinho - no me gusta, e aos 43 (já) não faço favores.

 

Domingo... bom, de domingo falo amanhã.

 

Cherioo!!!!

 

17
Mai11

As aventuras da Fátima na terra dos Bifes - II parte

Fátima Bento

Sexta-feira acordei devagar, a ver se sossegava o cérebro de tantas piruetas... leventei-me com tooooooda a calma, tomei o pequeno almoço e vesti-me. A Inês estava na Uni a apresentar um trabalho, e eu decidira ir passear a Abney Park, um cemitério que me parecera lindíssimo em fotos que vira na net, e que fica logo acima da casa da pikena. Saí nas calmas, e mal entrei no dito, percebi que deveria ter tido mais pressa em chegar lá, para poder ter menos pressa para sair. Uma hora é muito pouco, e acabou por ser o tempo que tive para lá estar...

 É o cemitério mais vivo que já vi, um 'cemitério para viver', se me premitem a expressão.

  

 

Encontramos mães a passear bebés nos seus trolleys, yuppies que aproveitam a hora do almoço para fazer jogging ou andar de bicicleta, amigas que passeiam e põem 'a escrita em dia', donos a fazer o passeio higiénico com os bobbys - mas não se vê um cocó que seja em lado nenhum, aliás, o parque prima pela higiene, pese embora o facto de, segundo rezam as lendas, depois do sol se pôr ser local de prostitução e consumo de droga; como não encontramos um unico vestígio, acabamos por nos perguntar se não será um mito urbano...

E estava eu a fazer uma auto-foto quando um gentelman resolve interromper o seu jogging para me tirar uma foto condigna. Por isso, olh'aí eu, cortesia do Bife, com um auricular posto (pois, foi logo a seguir que tirei também o segundo e fiquei a escutar os sons que os animais faziam...)

 

Às tantas, vejo uma "coisa", grandota e gordita, a atravessar a alameda, uns bons metros à minha frente e penso - deve ser uma atazana,enorme! - mas não, não era; quando chego a lugar, deparo-me com um esquilo a meio do tronco de uma àrvore, à altura do meu peito. E depois de engolir o gritinho começo a falar inglês com o bicho - não vá o bichinho não ser poliglota e não perceber o que lhe digo, LOOOOOOLLLL- enquanto procuro a maquina dentro da mala sem olhar para a mesma, aparvalhada por ver um esquilo no seu habitat, pela primeira vez. Eu vasculho a mala e o bicho parado, a olhar para mim como que a dizer: "atão? tirs a merd@ da foto ou não tiras?" e eu "you're so sweet, so pretty..." " 'tou-m'aqui 'tou m'a ir embora, 'tou't'a dizer..." e a p*t@ da maquina lá me vem parar à mão, tiro-a da bolsa enquanto vou bichanado sweet coisas ao bicho que olha para mim como se fosse doida "ATÃÃÃÃÃÃO, tuga, tiras a pix ou não tiras?????". Ligo a máquina, ponho-a em modo foto, e o gajo pisga-se árvore acima enquanto me chama uns impropérios. Apanho-o mas de baixo para cima, como se pode ver...

E depois de tanto verde e de tanta beleza, saio, contrariada, para me encontrar com a Inês em "Roma" - Finsbury Park, perto da underground station, lugar onde param todos os autocarros, ou quase - num Costa, onde bebo um qualquer-coisa-caramel (ou um caramel-qualquer-coisa), abençoada cafeína, numa altura e que a cabeça já funcionava (ou melhor, não funcionava) em roda livre, tal qual uma centrifugadora. E fomos a Angel, onde vi algumas das suas lojas favoritas, e um Centro Comercial muito giro, com uma enorme H&M onde as pessoas atiram a roupa para o chão alegremente (o único exemplo de falta de respeito pelo próximo com que me deparo nestes seis dias), e que me põe a olhar para os bifes "atravessadamente". E tomamos um expresso num café muito simpático, com uns nichos a que chamei "casulos", antes de decidirmos voltar. Quando chegamos a StockeNewinghton (acho que é assim que se escreve), à main street, vamos ao pub favorito da Inês, o 'Coach and Horses', onde ela bebe um half pint de Guiness enquanto eu me atraco a um martini.

   

A acompanhar, viramos duas doses de hóstias de camarão com dip agridoce que mais viessem, mais 'morriam'. E seguimos para casa.

 

 

  

 

E é o final do dia dois.

16
Mai11

As aventuras da Fátima no país dos Bifes - I parte

Fátima Bento

Bom antes de mais nada, uma dica:

 

FAÇAM O QE EU DIGO, NÃO FAÇAM O QUE EU FIZ!

 

Ou seja, em Londres andem de metro. Se preferirem o autocarro, façam-no primeiro em pequenas doses, a aumentar devagar... o meu cérebro não conseguiu processar a diferença, tanto na condução como nas passadeiras (sim, que em Londres não vemos ninguém atravessar fora das mesmas), apesar de estar escrito no chão o lado para onde se deve olhar, devendo o transeunte apenas de virar o pescoço no sentido da seta...

... mesmo assim, debalde. A minha caixinha dos pirulitos recusou-se a assimilar a diferença pelo que andei com vertigens durande os seis dias que lá estive. A coisa foi de tal ordem que me alterou a toróide, as hormonas e... bom, "avariei" o organismo. Enfim...

 

Londres não é NADA como eu pensava, o que ajudou ao "baralhanço". Logo a começar com a entrada e solo britânico. Em Heathrow, para saíres da zona de desembarque passas pela Fronteira do Reino Unido - eu não viajo muito, mas nunca me tinha confrontado com tamanha p@neleiri*e - onde um funcionario simpático-como-uma-bota-da-tropa confirma a veracidade do teu Cartão de Cidadão, e to devolve. E nem b'ada merd@ nem meio tostão, qual welcome qual quê! Fiquei arrependidíssima de não lhe ter devolvido um "... and welcome to you too, sir", mas como não foi nem de longe a última vez que lá fui, hei-de ter outras oportunidades(muhaahahahaha!). Depois, o aeroporto apresenta umas lojas a precisar de manutenção... bem, não é de todo o que eu esperava da area de chegadas de um dos maiores aeroportos da europa (já quanto à zona de embarque, estamos de-fi-ni-ti-va-men-te noutro mundo). E antes de sair do aeroporto, cometo o meu primeiro erro: ao dirigir-me a um café (qual Costa qual quê...) agarro num iogurte, e peço... um café. É que é hábito, certo? O mal é que me dão um balde de água castanha, e eu fico sem saber o que fazer àquilo. E para mais, o que é um caixote do lixo? O metro inglês não tem noção, prefere ter equipas de limpeza em permanência a apanharem o que as pessoas deitam fora (wtf???). Primeiro que eu descobrisse, fiz uns largos metros de balde na mão, que acabei por verter (um pouco) por cima da minha pessoa... arrrghhh!!!

 

Saí do tube em Halloway Road, rodeada de edificios da Uni da Ines por todos os lados. Ela vem ter comigo, e vamos tomar um expresso (há vida em Londres!!!) num restaurante sul-americano muito simpático.

De seguida, apanhamos um taxi até casa da pikena,onde deixo a bagagem, e saímos para ir jantar no restaurante onde ela trabalhou. E comemos comida mexicana acompanhada por uns mojitos de beber e chorar por mais!

Antes de ir para casa, vamos ao supermercado (ah pois é, não posso deixar o meu crédito por mãos alheias, no primeiro dia em Londres conheci um supermercado, o Morrisson's neste caso, que é mais ou menos o equivalente ao Pingo Doce). Os preços lá são a peu prés iguais aos que se pagam aqui, ou mais baixos - em 6 dias só encontrei uma coisa mais cara lá que aqui, um creme da Olay na Boots; em contrapartida as vitaminas Centrum, que aqui rondam os €12,00 custam £5,00!!!!!!! E há mais um sem número de itens que fazem uma diferença escabrosa - e o salário mínimo lá é o triplo daqui...

 

Ou seja: a qualidade de vida é superior, e tanto quanto me foi dado ver, só não trabalha quem não quer, é uma questão de procurar e não ser esquisito.

 

E a cidade primeiro estranha-se, mas depois entranha-se. A meio do segundo dia já estamos com-ple-ta-men-te rendidos!

 

Mas disso falo no próximo post!

 

Cherioooo!!!!!

10
Mai11

Daqui de ondes vos falo, ou as aventuras da Fátima na terra dos bifes...

Fátima Bento

Entre um susto e uma fugida, estou à espera que o win rar me comprima a pasta com as fotos que já tirei, já que, se não as tiro do cartão, amanhã não tenho espaço para mais... Fotos (em número) que se vejam, só mesmo as tiradas esta tarde no British Museum... amanhã vou visitar mais três museus, e se estiver na mesma disposição...

 

Bom, tem estado a ser fantástico, faltam (só) dois dias, volto quarta ao início da noite... estou com saudades do meu cantinho (é uma vergonha, não é?) dos meus gajos e das minhas quatro gajas... e depois vou ficar cheia de saudades desta aqui... enfim...

 

Londres está a deixar-me balhelhas. Tirei o passe de autocarro, e estou tão baralhada que já começo a ler textos de baixo para cima... mas eu depois entro em pormenores... no avião de regresso escrevo um testamento, lol...

 

Para já, deixo-vos com uma foto da je e da filhota, no dia em que cheguei.

 

Cheriooo!!!!

04
Mai11

Fly London, Fly British

Fátima Bento

E amanhã por esta hora já terei feito o check in e estarei na area de embarque - provávelmente numa perfumaria, que não deixar passar a oportunidade de comprar a máscara de pestanas 'Sublime' da Chanel, sem IVA. E vou tomar, como tem sido costume, um café no corner do Harrod's (quem lê isto pensa que eu viajo à brava!... mas infelizmente não...). Isto, claro de Sábado na carteira, que vou comprar assim que entrar no aeroporto e me vai fazer companhia nas duas longas horas de check in.

 (e aqui: o último expresso dos próximos seis dias... sniff...)

 Neste momento, aqui por casa, estou assim um bocadinho entre-o-apardalado-e-o-aflito, e ai-que-se-me-esqueço-de-alguma-coisa, e quejandas. Daqui a bocado vou sair, tomar café com uma amiga, comprar as etiquetas para identificar a bagagem, levar compras à sogra e às duas horas vou estar no jacuzzi =o)... marquei, em boa hora, para hoje, que já sabia que ia estar assim em pulgas, e assim sempre relaxo um bocadinho. Vou voltar de lá com a pele super hidratada, e de cabelinho "arrumadinho" - p'a ficar uinda nas fotos dos próximos dias... e depois quando regressar, vai ser o corre-corre, e não, não vou dormir esta noite: entre a angústia de saber que a Mia vai passar as passinhas do Algarve, que o Vitor vai andar seis dias tristinho, que o puto vai pensa bué na mãe, que a Piccolina vai andar desconsolada pelos cantos... e a euforia de ir passar praticamente uma semana com a Inês, e ir conhecer uma cidade nova, mais o facto de não me querer esquecer de nada, logo à noite vai ser um fartote. Enfim.

Estresse por estresse, antes deste ...

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