Desafio sapo
O meu museu favorito é, (até agora), o Tate Modern, em Londres. De-fi-ni-ti-va-men-te!
Eis as minhas obras favoritas (de entre tantas que nem sei bem...)
Cy Twombly, Bachus, 2005
Jackson Pollock, 1948
Jackson Pollock, Summertime, 1948
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O meu museu favorito é, (até agora), o Tate Modern, em Londres. De-fi-ni-ti-va-men-te!
Eis as minhas obras favoritas (de entre tantas que nem sei bem...)
Cy Twombly, Bachus, 2005
Jackson Pollock, 1948
Jackson Pollock, Summertime, 1948
Fónix! Tive de dar as hostilidades ao quarto por terminadas, que já estou a ver tudo a andar à roda! Cruzes, haja coração (acho que neste caso, este não será o órgão mais importante, mas enfim...)
Bom, mas o ponto da situação é:
- Livros: check. Nas caixas, que empilhei - e segundo penso, se demoro muito, o soalho flutuante afunda... o que não tem mesmo graça nenhuma...
- "Lixo": grande parte está a pontos de entrar nos sacos pretos, mas hoje já não tenho pachorra.
Está separado por quinquinhentos sacos de supermercado: o papel, o plástico, o vidro, o lixo comum, tralha para dar, mais o raio que os parta... sacos de sacos - sim, leram bem sacos cheios... de sacos - são uns três ou quatro, e não são pequenos... e revistas, pilhas delas, estão dos dois lados da cama - eu juro, juro sempre que vou deitar fora sem olhar duas vezes. Depois, dou uma vista de olhos e eis senão quando descubro que cada uma das 753 publicações tem, pelo menos, um artigo que tenho meeeeesssmmooooooo de ler... ah raios, AMANHÃ VAI TUDO P'Ó LIXO! A VER COMO EU NÃO MORRO POR FALTA DE INFORMAÇÃO, CANUDO!
Para além disso, passar o conteúdo das caixinhas, caixotes, cestos e cestinhos para as caixas de cartão e HOP, para o escritório.
Secretária off do meu quarto to quarto do Tomás.
A ver se não me dá a travadinha entretanto, lolol...
A prainha hoje estava boa, um vento dos diabos mas a água tinha uma temperatura muito agradável. O pior foi para secar o biquíni: acabei por tirar o top e enfiar uma t-shirt, e ficar a aquecer ao sol, nos intervalos em que o vento dava um break de meia dúzia de segundos... de saída passei pelo bar e fui à casa de banho, tirar a parte de baixo e vestir os shorts - sim, que conduzir de c* molhado é um mimo... não! - e tomei um café enquanto dei uma vista de olhos por uma das quatro revistas que levei - yá, e que não pude abrir na toalha, à cause do vento. E pronto, voltei para casa. E agarrei-m'ó trabalho.
Voilá! E agora vou até à cozinha to cook o almoço p'ó homme levar p'ó trabalho amanhã.
E depois... ah, depois é ó-ó que é uma limpeza! Até vou já pôr os acupressores!
Inté!
Semaninha nova em folha, e que vai ser ocupada... quarta-feira vêm cá os senhores da Cabovisão para me trocarem o modem (não me perguntem porquê, este ainda funcemina, mas prontx, querem trocar, troquem!), pelo que tenho de acabar a remodelação do quarto (sim, e a arrumação, dado que o meu quarto parece uma zona de guerra, mas a verdade é que a decoração também vai ficar diferente
), senão os tipos não acedem à caixa ATI , já que esta tem uma secretária (que vai ser mudada para o quarto do meu puto) à frente, e é lá que se desliga o dito cujo.
De resto, vou ter de descobrir que po**@ vou fazer a tanto papel que prolifera naquele quarto - é que só vendo... - acho que vou pôr uma venda e atirar tudo para dentro de um saco preto de 120 litros... e depois, 'ajuntar' as caixinhas de plástico que estão debaixo da cama, deitar o conteúdo para o lixo - se não precisei durante dois anos, é porque não preciso, duh! - e enchê-las com os livros que estão em pilhas desordenadas sobre a secretária, a cómoda, o armário baixo, a mesa de cabeceira, debaixo da cama (nos três lados a que se acede), e pura e simplesmente espalhados no chão. Eu sei que as caixas não vão chegar, mas os desgraçados que ficarem de fora podem ser recolocados com algum tipo de ordem sobre a cómoda e o armário baixo. As caixas-que-até-aqui-estavam-debaixo-da-cama serão imediatamente depositadas no embrião de escritório que me vai da trabalho à seria durante duas semanas.
E depois vai ser ir buscar as caixas de cartão que estavam na marquise, e depositar dentro delas os knick-knacks que se dividem alegremente por caixinhas pequenas, cestinhos, cestos, pelas prateleiras da secretária, e por mais caixinhas, e o diabo a sete. Esses serão escolhidos depois.
Este será o momento em que a secretária poderá ser trasladada para o seu novo sítio (yesssssss!!!!!!), e em que posso passar a limpar aquelas zonas a que não tenho tido acesso. Esta parte - limpezas - vai ser feita na quarta de manhã, dado que os senhores só cá vêm de tarde, é é a parte que se faz mais rápido.
Agora, vou enfiar o biquíni, pegar na toalha, e rumar à praia (eu sei, as horas...), parando antes no McDonalds para almoçar - é que está-me mesmo a apetecer um menu de nuggets, miammm, e trazer duas tartes de maçã. Lá para as quatro horas conto estar em casa, para dar início à odisseia.
Por partes: hoje, "lixo" e livros;
Amanhã: Caixas, caixinhas e coise, mais secretária on the move;
Quarta de manhã: limpar.
(este post é assim um memorando para mim, para ficar com as ideias organizadas, 'tão a ver? Outros no mesmo teor se seguirão, aquele escritório vai dar-me água pela barba...)
Tenho uma peça-de-roupa-fétiche que há-de cair de velha - e acho que toda a gente tem uma, não é? A minha é uma camisa de noite que comprei na feira há não sei quantos anos, nem sei se já em escudos ou em euros, mas duvido que tenha custado mais de que €1, ou equivalente. Juro, há-de gastar-se, ter buracos e eu ainda hei-de andar toda pimona com ela vestida... volta e meia, lá vou eu toma café com a mãe das minhas sobrinhas, com ela vestida (não se assustem, moramos no mesmo patamar do prédio, lololol...
É uma borbotoada pegada, mas é:
a) fresquinha
b) fofinha (suave e molinha)
c) confortável
d) é que já um um bocadinho de 'eu'...
E há um nadinha fui apanhá-la ao estendal, onde passou o dia. Para além da sensação boooooa de a vestir, ainda tive o bónus do cheirinho a sol.
Já lá dizia o outro que as (algumas) coisas boas da vida (até/ainda) são de graça...
* Não tarda, que estas coisas são um instantinho, vem o inverno e a secadora recomeça a ser usada, e mesmo com as toalhitas Hyperdoux, o cheiro com que a roupa sai não é dos melhores...
Bom, eu não sou NADA dada às medicinas tradicionais. Isto até pode parecer incongruente para quem dá um enorme valor à meditação e gosta tanto de hatha yoga (e de uma modernice chamada body balance). Mas a verdade é que entre um tratamento homeopático e uma ida à farmácia buscar um 100% químico, nem penso duas vezes. Coisas...
No entanto, há dias deparei-me com um produto novo que me despertou a atenção... sabem aquelas pulseirinhas anti-enjôo? Agora há uns adesivos anti-insónia que actuam por acupressão. E se há coisa que sei que é verdade, por exemplo, é a reflexologia... por isso, quanto à estimulação de pontos-chave poder fazer (algum) efeito, aqui a gaja, tanto compra a teoria como comprou os adesivos.
Agora deixem-me inserir-vos no contexto em que os experimentei, ontem, pela primeira vez: acordei às seis e meia, e levantei-me espertíssima e cheia de energia. Um pouco antes das dez deitei-me e li um bocado e adormeci, acordando logo depois das onze. Às três fui para a praia com duas crianças (as minhas sobrinhas) e a mãe, onde estivemos duas horas com uma ventania dos diabos, daquelas que, apesar de não nos fazer comer areia, nos deixa ainda mais cansados de que a praia com crianças pequenas só por si, já faz...
Ou seja, quando cheguei a casa, quase, quase que estava pronta a ir para a cama...
E resolvi experimentar os adesivos, eram assim nove e meia quando os coloquei, um em cada pulso, com o meu marido com olhos de basset hound 'isso quer dizer que te vais deitar já?' e eu 'ná, nem pensar!' 'mas eles dizem que para colocar 30 minutos antes de deitar...' e a gaja, a inventar '... pelo menos...'
Eu até admito que o poder da sugestão é obra (olh'aí os estudos com placebos para comprovar a teoria...), mas a verdade é que às dez e meia dei comigo com uma moca 'das antigas'... estava tãããão relaxada que me deu para dizer piadas-sem-piada e de me rir à brava das mesmas... (escuso de me humilhar mais que já perceberam a ideia, não já? Obrigada). E lá fui eu para a camita, onde li mais um bocadinho, e depois apaguei as luzes e... não adormeci logo (não desliguei o alarme-do-vitor-que-ainda-há-de-vir-deitar-se, parva...), mas fiquei sem pensamentos escuros - e acho que é comum a todos que os pensamentos sombrios escolhem esta hora para 'atacar'. Acho que adormeci antes do gajo se deitar... e hoje acordei eram oito. Dormi como um bebé*. Fui à casa de banho, tirei os adesivos, e fui-me deitar mais um bocadinho. Adormeci!!!! Uau!
O tratamento é para fazer durante dez dias, e depois ir alternando noites com adesivo, com noites sem. Ou seja, eu vou levar a coisa até ao fim. Depois conto como foi... neste momento, estou positivamente admirada - ainda para mais, quando dizem que leva de sete a dez dias a começar a fazer efeito(!!!)
* eu tomo um ansíolitico e um anti depressivo, ambos de baixa dosagem, visto estar a fazer o desmame, à noite. Ontem também os tomei, óbviamente, mas a diferença é que o tempo de espera até adormecer, desapareceu, e como disse atrás, não surgiram pensamentos obscuros, presença habitual nesse espaço de tempo. Hoje o ansiolítico, como previsto, vai ser reduzido para metade.
Ai a nostalgia! Os meus primeiros comentários (dois!!!!) foram logo no primeiro post. Sortuda, aqui a menina, hein?
"Angelkitten,
normalmente não deixo comentários nos blogs que visito, mas com vc será diferente, viu? Vou te colocar nos meus favoritos e vou te acompanhar diariamente...
Pensei que eu fosse a única mulher na face da terra cujo "maior" problema seja o que fazer de jantar... Claro que esse nunca é nosso principal problema como D.d.C., mas colabora para estarmos a beira de um colapso nervoso, sim, hehehe... Porque resolvido isto hoje, amanhã já está de volta. Nunca tem fim...
Hoje tiramos o pó, aspiramos o chão... E quando vamos ver, já tem cesto cheio de lixo, migalhas por toda mesa, mãozinhas engorduradas nos vidros... Quando fazemos homepages, podemos até abandoná-las que quando voltamos, continuam brilhantes e fresquinhas como quando as editamos, não é mesmo?
Olha, pode até parecer que eu esteja reclamando. Mas não estou não. Estou comentando a vida que escolhi e que estou levando há 10 meses...
Se vc quiser me conhecer, venha visitar meu blog: http://sylvinhaemportugal.blogs.sapo.pt/
Conto lá tudo, tim-tim por tim-tim, desde abril/04 :-)
Um abraço
Sylvia "
Bom, claro que entretanto perdi o rasto à Sylvia... por curiosidade, fui agorinha mesmo visitar o blogue dela, e deparei-me com este cenário desolador:
Por isso, se andas por aí na blogosfera e por aqui passares, deixa-me um olá!
B'jinhos grandes!
Vou chamar Copy a uma e Paste à outra. Indiferenciadamente, porque nem interessa nada - as gajas andam em círculos, a imitarem-se uma à outra, e a coisa tem tanto de patético como de amoroso... a Mia, desde que é "gente" que dormia, de verão, ao meu lado, costas com costas, cabecinha encostada na minha nuca, e no Inverno, dentro da cama, ao meu colo. A Piccolina, quando se decidia a tentar a sua sorte na cama, que de noite era propriedade exclusiva da 'tia', ficava no cantiiiiiinho inferior esquerdo, i.e., entre os pés do dono - isto meio a medo de
a) a Mia se passar da marmita e se atirar a ela, qual gato a bofe, e expulsá-la sem quaisquer pruridos, ou
b) o dono mexer os pés e ela levantar voo.
Entretanto, e porque descobriu que a tia é uma grande cobardolas, que rosna mas depois foge (assim 90% das vezes - os outros 10% é que é o camandro...), começou a chegar-se para o lado esquerdo, i.e, para o meio dos meus pés. Se ela se enrola lá antes de eu adormecer, levo a noite toda com cuidado para não fazer nenhuma avaria; mas como ela gosta de aparecer mais tarde, assim a uma hora que ninguém desconfia... bom, uma noite destas acordei com um **pás**, que ainda estou para ser onde foi parar o 'projétil'...
Há um ninho (um daqueles cestos-cama em espuma) na marquise. E é um, porque se fossem dois, nenhuma delas lhes ligava pêvas... Para que suas excelências aderissem ao projeto, tive de lhe pôr um lençol dentro, com o meu cheiro... também há, no mesmo sítio, um banco para que as damas possam ver a rua. Não raro - nada raro, mesmo - está uma em cada lado. Quando a que está no ninho se levanta, ainda mal saiu da marquise e a cama tem inquilina nova. E isto repete-se em todo o lado! Mia no braço esquerdo do sofá, Mia ir fazer chichi, Piccolina no braço esquerdo do sofá... e por aí adiante.
As duas bebem água no lavatório da casa de banho. Quando me levanto, é a ver quem lá chega primeiro: às vezes nem é para beber agua, é mesmo só para ficar a olhar para a outra lá do alto com ar de: ah-ah!
A Mia sempre se pelou por mastigar plástico (!!!); a Piccolina foi mais longe: come-o(!!!!!). Não raro, quando deixo sacos no corredor de um dia para o outro, no dia seguinte vou para lhes pegar... e não tenho como porque as asas... pffftttt!!!!
Ontem foi a última novidade: quando vou apanhar ou estender roupa, a mais pequena faz-me companhia no parapeito da janela (o que diminui a eficácia do acto em 70%) ontem, depois de a Piccolina se ir dedicar a outras aventuras, pela primeira vez, a Mia saltou para o parapeito!!!! Isto depois de na véspera ter cometido o sacrilégio de roubar - sim, roubar! - um dos ratitos-fétiche que costumo comprar para a Piccolina na Happy Pets, e que a fazem virtualmente, entrar em transe. A desgraçada da dona do ratito olhava para a tia, e eu até via em rodapé as coisas meigas e lindas que se passavam naquela cabecinha...
Posto isto, reafirmo: uma vai passar a Copy, e a outra a Paste. E mái nada!
Eu cá acho que todos devíamos ter assim, de vez em quando, um dia-de-ter-pena-de-nós (DDTPDN para os amigos). Baixavam-se os estores do quarto, punha-se a caixa de kleenex na mesa de cabeceira - e uma garrafa de agua ao lado da cama, para evitar a desidratação - uns cds tristes, e prontx. Vai de matutar na vida, do que se queria ser e não se é, no que se podia ter sido e não foi, no quanto a vida que se tem difere na vida que se pensava ir ter... e ainda podemos ser assim um bocadinho mais particulares, e indignarmo-nos até às lágrimas com a lembrança da boca que a vizinha do 4º frente fez, ou dos comentários depreciativos a mãe fez o favor de repetir à exaustão, até fazerem tão parte de nós que deixámos de diferenciar a realidade da ficção.
Vale tudo, tudinho. E depois de ter rebuscado bem os confins da memória, e ter chorado um bom bocado, puxar de um qualquer DVD daqueles que fazem chorar as pedras da calçada, e acabar a caixa dos tissues. Depois, virar para o lado e dormir umas boas duas horas ou mais, para 'curtir' a tosga emocional. E levar o resto do dia entre tristezas e fungadelas, que quando acabar acabou, e só vale ter pena de nós aí passados uns 3 meses (no mínimo! O ideal são 6!), por isso é de aproveitar bem o dia.
No dia seguinte, hop fora da cama com um sorriso, e com as memórias da véspera guardadas numa caixa, a primeira coisa a fazer é pô-la na arrecadação, com uma etiqueta com a data, para evitar a batota e decidir fazer um DDTPDN antes do limite traçado - não esquecer de juntar os cd ouvidos e dvd vistos.
E buga lá continuar com a vida que queiramos quer não fomos nós que decidimos ter, de uma maneira ou de outra. Porque, em última instância, a decisão final é sempre nossa (e contra mim falo, que há uma boa dose delas em que não me lembro de ter tido voto na matéria... mas aceito o pressuposto da responsabilidade de bom grado).
Mas já repararam bem o jeitaço que um DDTPDN dava? Era um dia de 'miséria' absoluta seguido de 90 a 180 de total e absoluta proibição de esboçar um 'ai coitadinha de mim' sequer entre pensamentos. Em termos de economia e poupança, resultava, não resultava? E era cá uma limpeza mental e emocional, que nem vos conto!
(isto tudo porque as férias foram uma real merd@, e eu tive de enfrentar uma série de porcarias que andava a conseguir fintar há uma serie de tempo, e com tal maestria que até quem vive comigo se tinha esquecido como realmente é. E eu até preferia acreditar na minha versão renovada a re-enfrentar a bolorenta... ou seja, estou a precisa de um DDTPDN, mas não me apetece, prontx).
Eh, pah, hoje de manhã o homme da casa voltou ao trabalho. E a verdade é que, por mais que me esforce, não consigo conceber uma continuação para as férias. Ou seja, eu até irei, com certeza, à praia com as minhas 'sobrinhas', mas férias, para mim, kaput.
E foram uma coisa bastante estranha, estas férias... durante estas três semanas, a tensão arterial manteve-se teimosamente a 90-70, o que me limitou bastante os movimentos e a energia para o que quer que fosse. E para encerrar com chave de ouro, uma bloody enxaqueca estacionou no lado direito da cabeça na passada quinta-feira à noite, onde teimosamente se mantém até hoje, não obedecendo nem a paracetamol nem a acido acetilisalicílico, e "paralisou-me" à seria. Amanhã espera-se (ansiosamente) a chegada do período, e dou 24 horas para a maldita desaparecer. Se não, ENTÃO irei ao médico.
Aqui em casa houveram muitas mudanças, baralha-e-torna-dar, o jogo das cadeiras jogado com roupeiros, e camas, e o quarto da Inês finalmente desmantelado, mas ainda muito longe de se tornar no meu escritório... limpezas profundas, com a minha parte ainda por fazer. Mas organizaram-se uma serie de coisas, e deixaram-se outras tantas a jeito para continuar.
Praia, fez-se de manhã, apróximadamente dez dias no total, três deles a três, os outros a dois. Não li um único livro (há uma primeira vez para tudo...), vi três ou quatro filmes, mas nada digno de registo.
Fui aos saldos, comprei o blusão na Zara de que já aqui falei e pouco mais. Tenho uma mão cheia de óculos de leitura com duas dioptrias, para espalhar pelas carteiras que mais uso, manter um par aqui na sala e outro na mesa-de-cabeceira. Inteirei-me das tendências da próxima estação. Bebi muita água, comi saladas, wraps fantásticos feitos por mim, e coisas saudáveis feitas no wok. Empaizinei-me de doces, e devo ter engordado aí uns três quilos, a perder em Setembro.
Fiz planos, nada no papel, tudo na carola, para pôr em pratica na rentrée. Claro que o próximo passo vai ser passar para o papel, e expalhar em todas as direcções, para escolher a direção a seguir.
Falta um mês e uns trocos para fazer aninhos. A minha prenda TEM DE SER o escritório, já com as estantes, e as largas dezenas de livros enfileirados nas preteleiras.
Até lá, a ver se passa a p*t@ da enxaqueca, para eu começar por algum lado...