Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

14
Out11

Meditação no 'on a budget'

Fátima Bento

Como tinha referido, já está publicado (clique aqui) o post com o 'exercício de meditação – visão'. Aproveite o fim de semana e tire a tal meia horinha só sua. Melhor ainda: prolongue o prazer... vá comprar pão fresquinho, tome um café estimulante e no caminho para casa compre aquela rosa, ou outra flor de que goste. Verifique qual o momento do dia mais favorável, e abra o parentesis de 30 minutos.

Disfrute, e depois não se esqueça de contar como se sentiu.

14
Out11

Pensamento recorrente

Fátima Bento

(só mais uma coisinha antes de desligar o pc)

1861_m_egas_moniz_come_to_the_king_of_leon_and_his

Desde as 20:30h., aproximadamente, que há uma imagem que não me sai da cabeça: a de Egas Moniz e familia de corda ao pescoço, em frente ao Rei de Castela...

 

Porque será, hmmm?

13
Out11

Já mais recomposta, na medida do possível...

Fátima Bento

Prontx, prontx, já estou mais calmita.

Peço desculpa por ter chamado camelo ao gajo (ó Coelho, tu desculpa lá, foi nos vapores da coisa), mas caramba...

Bem, é assim: o governo está a fazer o que pode. E essa é a verdade. Mas que está a estrangular a economia, e para o ano, com o PIB a cair desnorteadamente - por muitas exportações que se façam, também tem que haver consumo para abrilhantar o ramalhete - a verdade é que NÃO HÁ MAIS SUBSÍDIOS PARA CORTAR, e o buraco não tende a diminuir, excetuando estas receitas extra.

 

Já deu para perceber que isto está tudo desesperado a cortar a eito... é assim um bocadinho como quando se está a beber: ninguém pensa na ressaca... ok, resolvido estará o problema a curto prazo. Agora afiem lá o machado antes de continuar a cortar, e criem um plano B, sim? Sim? É que senão, arriscam-se a salvar um Portugal terceiro mundista...

 

Desculpem lá o 'meu francês'*

 

(*trocadilho com 'pardon my french')

 

13
Out11

NÃO É POSSÍVEL!

Fátima Bento

É assim: eu juro que estou aparvalhada. Juro.

 

O camelo do primeiro ministro (ó Coelho, agora é que foste MESMO longe demais) anunciou, pelos vistos quando eu estava a fechar a porta da loja, que a Função Pública fica sem súbsidios (Natal e Férias) até 2013. Eu ainda não estou em mim. Juro que não estou.

(cique na foto para ser direcionado para o desenvolvimento da notícia)

Como é que é possível? E eu a pensar hoje à hora do almoço, esta semana não há Expresso para ninguém! Ai há, há! E amanhã há 'i'! Pode ser que alguém me consiga explicar como é que estes anormais gastaram, por exemplo, 4,3 milhões de euros em 2010 SÓ na ERC, por forma a controlar o que os senhores jornalistas escrevem, e tiram um destes coelhos da cartola! e não me venham com a treta do 'isso foi o Sócrates', porque neste momento repetiu-se a gracinha, e já foi nomeado o novo grupo que vai fazer o mesmo - e gastar a mesma quantia aos contribuintes.

 

É pá, assim NÃO É POSSÍVEL! O pequeno comercio a falir em derrocada, e o poder de compra a desaparecer. Não é a diminuir: é a desaparecer. Dizia eu há dias que em Janeiro ia falir muita loja? Multipliquem lá por três ou quatro.

 

Adeus otimismo: a Grécia? A Grécia foi o exemplo do que não se deve fazer. A economia foi estrangulada de tal maneira que apanhou a cauda e veio por aí acima até desaparecer.

E aprendeu-se alguma coisa com tal descalabro? Pelos vistos não.

 

Portugal na mesma situação é um cenário cada vez menos improvável, infelizmente.

13
Out11

Assunção Cristas Superstar

Fátima Bento

Nunca vejo o Herman 2011. Mas este sábado, logo a seguir ao Masterchef não apeteceu mudar de canal. E quem era a convidada? Ah pois. Uma Assunção Cristas muito cheia de alegria e contentamento, serena e segura (parece slogan de marca de pensos higiénicos...), que se podia ter beliscado tipo, é pá, EU 'tou no Herman, logo seguido de uma fungadela de nariz empinado (e isto sim, é mesmo um slogan) ...porque eu mereço!

Opiniões... - e se ela não a tiver, quem terá (adaptação de outro slogan, isto hoje são só perolas...)?

Não gostei. Pronto, não gostei mesmo, ih, deslarguem-me lá. A rapariga tem assim uns princípios muito bem vincados presumo que pelos paizinhos, e tenho para mim que é mais papista que o papa. Se é mau ter os princípios arraigados? De todo. Mas de 0 a 100 de conservadorismo, a menina dá-lhe 150, e euzinha juro que me cheira a naftalina. Ui.

Na minha ótica, um conservadorismo excessivo leva à hermeticidade ideológica. E isso é uma coisa que abomino seja em quem for.

Agora, há outra coisa de que não gosto em ninguém: pre-conceito. Fazer uma ideia, montar uma opinião sobre um pressuposto sem ter como confirmá-lo, é um disparate com um D muito maiúsculo, e pode ser isso que eu esteja a fazer. Mas não consigo evitar.

 

E não gosto, não gosto nada de duas que lhe saíram, em ocasiões diversas, daquela boquinha: uma foi dizer que se a tomada de posse do novo governo fosse à hora da missa, não comparecia. A outra foi dizer que não esteve presente nas comemorações do cinco de Outubro porque já que tinha de ir trabalhar de tarde, aproveitou a manhã para estar com os filhos.

'Per'aí.

Se bem me lembro, ela ocupa o cargo que ocupa em representação de nózes- os tugas que votaram, neste caso, no PP de Paulo Portas (ou CDS, dá igual), e os outros, os que votaram em quem lhes deu na bolha. E até dos outros que nem sequer votaram. Então, se acha que a missa é mais importante de que a tomada de posse, as prioridades da menina estão um nadinha baralhadas, não estão? E a estória do 5 de Outubro: ó senhores! Então não querem lá ver se todas as mamãs que trabalham de tarde ficassem em casa de manhã com os filhos, isto era um país lindo? NÓS JÀ SABEMOS que os ministros são todos UNS PRIVILEGIADOS, e não há necessidade da menina nos vir enfiar tal p'os olhos dentro, pois não? Ocupados que estamos em engolir a pastilha que nos têm passado para a mão, não temos pachorra para eufemismos e delicodocisses de meninas-bem que acham que são o máximo, pois porque que sim, que até são ministras. Boa, menina!

E já agora, a pergunta do Herman tinha rasteira, ou fui só eu que achei que ele lançou a linha e ela mordeu o isco com tanta vontade que mais um bocadinho ia carreto e tudo... é que isto de sentir empatia e emoção quando se pisa uma terra que só é nossa porque nos disseram, parece uma tolice sem tamanho. 'Pera aí: É uma tolice sem tamanho.

 

Senhores jornalistas: o Herman mostrou que se souberem fazer a pergunta, têm matéria... a menos que no dia em que foi ao Herman, a Sãozinha tivesse deixado a inteligência em casa. Acontece... Eu também já passei três horas na rua por me ter esquecido das chaves...

13
Out11

Apercebi-me há pouco tempo que não sou a única pessoa que adia os finais

Fátima Bento

Eu explico melhor.

  

Quando li a trilogia Millenium, do Stieg Larsson - como todos sabem, lançada póstumamente - levei uns dias a olhar para o último volume antes de o abrir. Depois comecei a lê-lo, e à medida que me apróximava do fim ficava triste de  saudades - saudades de ter um livro novo do mesmo autor para descobrir. O mesmo me está a acontecer com o Livro do Lobo Antunes de que tenho aqui falado, e ando a lê-lo mesmo muito devagarinho, porque não quero que acabe. Ao mesmo tempo, estou acabei 'La Fille de Papier', o penúltimo Guillaume Musso (não tem ainda uma versão portuguesa, mas é uma escrita igual a si própria, literatura de aeroporto; dará, não tenho dúvida um excelente filme americano).

Entretanto tenho dois livros (entre tantos outros) em fila de espera: “Ilha Teresa”, de Richard Zimmler e “The Swan Thieves” (em português, “Os Ladrões de Cisnes”), the Elizabeth Kostova.

 

O autor do primeiro, teve o “azar” de escrever um dos melhores romances que li nos últimos anos, “Os anagramas de Varsóvia”. A autora do segundo, escreveu “O Historiador” que é só o meu segundo livro favorito (embora às vezes fique na dúvida se não será o primeiro...). Ou seja, não há maneira de me decidir a começar nenhum deles. Minto, comecei “The Swan Thives”, li os três primeiros capítulos e não quis continuar.

A gaja é marada, pensam vocês em coro... eu também pensava o mesmo até descobrir mais pessoas com o mesmo comportamento... é extremamente difícil arriscar a establecer uma comparação entre um e outro livro do mesmo autor. Nomeadamente no caso de Kostova, que só escreveu dois livros até hoje, com dez (sim, dez!) anos de interregno. É que é mais a tristeza de saber que não vai haver mais nenhum tão cedo que lhes faça companhia...

  

No caso de Zimmler, e dado que descobri o escritor o ano passado, com “Os Anagramas...” o caso não é tão 'grave': tenho a trilogia que começa com 'O último Cabalista de Lisboa' para ler: lá em casa já mora o primeiro, e depois é ir comprando os seguintes... por isso, acho que ainda não comecei “Ilha Teresa” porque houveram outros livros que lhe passaram à frente na fila... além disso, acabou de sair um novo romance histórico dele (quando começo a ver os livros a aparecerem que nem cogumelos, começa-me a cheirar a esturro...)

 

Mas o caso da Kostova é 'doloroso'... acho que a solução passará por reler “O Historiador...” Mas isto é assim como a 'Crónica de uma morte anunciada' do Garcia Marquez: a gente até sabe como vai acabar só de ler o título, mas não conseguimos impedir-nos de ler até ao fim...

 

Maldito feitio...

12
Out11

Bom demais!

Fátima Bento

Há uns dias atrás, na Fnac, à procura de um Cd para dar de presente a um amigo, tropeço nesta maravilha:

O melhor de três mundos!

Tem Cetano – Saravá!

Tem Roberto Carlos – Saravá!

A interpretar o Grande Tom Jobim!

É quase, quase bom demais para ser verdade! Hmmmm, que delicia!

12
Out11

Meditação: pequena introdução, perguntas frequentes, exercício simples

Fátima Bento

Fartinhos que estamos de ouvir falar em meditação, yoga, e essas práticas orientais, certo? Errado. Neste momento, em que o stress e a ansiedade parecem ter vindo para ficar, a meditação É uma excelente forma de encontrar alguma tranquilidade, quiça ter uma maior qualidade de vida...

Deparei-me, à pouco tempo, com uma sugestão de exercícios de meditação a que apelidaram 'meditação para os cinco sentidos', e que é fantástica, e por isso não posso deixar de partilhar convosco!

 Então, antes de mais nada, vou tentar responder às perguntas mais frequentes... 

Não consigo meditar, mal fecho os olhos a mente inunda-se de pensamentos, e mal consigo manter os olhos fechados!

Isso é comum, e espectável. A solução? Disse-me, há uns anos um monge zen, que a ideia é deixar os pensamentos à vontade, não tentar segurá-los, nem calá-los. Deixá-los estar. Idealmente acabam por se tornar uma musica de fundo. E se não tornarem também não faz mal: a meditação é um 'work in progress ', que melhora com a continuação. Um truque: concentre-se na sua respiração, e deixe os pensamentos em paz. Se estiver deitado, ponha uma mão sobre o peito e outra sobre a barriga. Inspire profundamente, enquanto tórax e barriga se enchem de ar, e expire enquanto os sente esvaziar.

 

[As crianças respiram com a barriga,  e isso é muito mais saudável. Depois crescemos, toca de encolher a barriga e respirar com o diafragma. A respiração feita desta forma profunda, acaba por massajar os órgãos do interior, o que é bastante benéfico]. 

Não sei como hei-de fazer, qual a maneira correta de meditar... sentada em posição yogue, ou deitada? É preciso musica zen, incenso, essas coisas?

Não existem fórmulas: isso é um pressuposto passado pelos filmes, e demais informação visual. Deve meditar na posição que lhe for mais confortável. Pode ou não usar musica quando medita, podendo esta ser ou não ser 'zen', desde que o descontraia. Quanto ao incenso, é como a musica: pode ou não usá-lo...

Então como faço para começar?

Em primeiro lugar, tire 20 a30 minutos sem interrupções. Pode fazê-lo de manhã, antes que todos se levantem, ou à noite, depois dos miúdos se deitarem. Ou num qualquer momento que consiga tirar só para si. Tenha roupa confortável vestida – quero com isto dizer, que não aperte. Escolha a posição que lhe é mais confortável: sentada ou deitada? Se sentada, em posição de lótus ou nem por isso? Não interessa muito – desde que mantenha a coluna alinhada/direita e se sinta confortável. A presença de musica pode ajudar a dissipar ruídos exteriores e interiores – pode concentrar-se na musica, enquanto observa o bailado dos seus pensamentos. Importante: Não tente calar os seus pensamentos, mas não lhes dê importância.

E pronto, se quiser experimentar, passo a sugerir os cinco exercícios de meditação de que falei atrás. Vou fazê-lo, um a cada sexta-feira, durante cinco semanas no blogue On a budget – tente encontrar20 a 30 minutos no seu fim-de-semana para experimentar. E conte o que achou, pergunte, ponha duvidas.Esta sexta-feira, estará lá o primeiro, prontinho a usar.

Daqui até lá, fica a sugestão para se iniciar ao deitar, como forma de induzir o sono... se sentir que ajuda, ligue oMp3 com uma musica tranquila, num volume que lhe seja agradável.

Deite-se de barriga para cima. Braços ao longo do corpo. Concentre-se na sua respiração. Sinta que o corpo fica como que adormecido, começando nos pés, pernas, mãos, braços, bacia, coluna – sinta a coluna a des-con-tra-ir – nuca... ombros e cabeça. Sinta os seus órgãos internos – intestinos, estômago, descontraídos. Deixe-se ficar assim, respiração calma, tranquila e pausada. Agora imagine uma luz, da cor que preferir, a envolver a sua cabeça, e a estender-se pelos ombros, peito... envolvendo-a como que num casulo de luz. E essa luz fá-lo ficar mais tranquilo, e os problemas e preocupações ficam fora desse halo, e qualquer dor é curada por ela. Deixe a seu mente escolher uma memória particularmente agradável e reviva-a. Ou escolha um local aprazível e imagine-se lá, os cheiros, as cores... Depois comece a 'voltar', devagarinho. Pode contar até dez para dar a sua experiência por terminada.

Adormeceu a meio? Não se preocupe, funcionou, não funcionou?

Contem, dêem feed back! E na sexta, 'meditação com os cinco sentidos: a vista', no On a Buget – sendo que pressupõe a presença de uma flor... e mais não digo =o)

11
Out11

Desculpem qualquer coisinha

Fátima Bento

E é que eu estou assim a modos que a ficar maluquinha. Ah pois é. Enfiem-se num aquário (sem água), oito horas por dia sem ver a rua nem falar com ninguém, sem nada para fazer a não ser ler (e já agora leiam em mais de que uma lingua qu'é para se passarem de vez) e jogar jogos parvos. Sem net (ando tão desinformada que até dá dó... à conta disso, foram €3,00 no sábado - Expresso - e lá gastei hoje mais um euro no 'i' isto tudo a juntar à Sábado... mas nada chega aos meus feeds no facebook em tempo real...) Quand saio, a maior parte dos dias nem me apetece abrir a boca, de ter estado fechado durante todo o dia. Argghhhh!

 

Bom mas vocês não vêm aqui ara ler as minhas queixas.

 

Quem apanhou no facebook a publicação do rascunho sobre a Assunção Cristas deve estar curioso sobre o post, mas ainda não deu para escrever. Estou a ficar embrutecidamente viciada no turbo fiesta, e mais uma vez digo, não tenho net. Escrevo às vezes no word, e trago para casa, edito, procuro fotos, publico. Mas a maior parte dos dias não tenho cabeça para nada, por isso, não tenho sido tão lesta como gostaria, e vocês chegam aqui e não há nada de novo... desculpem lá, amanhã vou-me aplicar a escrever, sim? e depois publico ao final do dia - isto se não me der nenhuma travadinha igual à que me deu ontem, que estava incapaz de raciocinar que fosse... arghhh...

 

Por isso, até quarta ao fim do dia.

 

08
Out11

O futuro aqui tão perto

Fátima Bento

A esperança de vida aumenta a olhos vistos. Caminhamos para um futuro em que vamos ver velhinhos a andar de patins em linha, ou nem por isso?

Para mim caminhamos para um futuro em que as conversas de café vão versar as maleitas de todos e de cada um. E ele é um que se queixa do joelho, outra do ombro. Sacam das análises e dos exames médicos e comparam resultados. 

Vamos mesmo ter uma vida mais longa. Passar os 100 anos vai deixar de fazer honras de telejornais – e provavelmente teremos uma vida com maior qualidade e dignidade. Mas como o ser humano nunca está satisfeito, não se vai lembrar que está a viver um tempinho extra, ocupado que está a descortinar o que vai falhando com maior ou menos impacto no corpo. Esquecendo-se de lembrar a idade que o corpo tem.

 

Mais dez ou quinze anos e não vai ser possível tomar um café (ainda vai ser usual?) sem que as pessoas à nossa volta desenvolvam teorias sobre o seu estado de saúde e o dos outros.

 

Sinal dos tempos.

Digo eu...

Mais sobre mim

foto do autor

Follow on Bloglovin

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2007
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2006
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2005
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D