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Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

17
Out12

OE, ou a procissão que se inicia. Repito: SE INICIA...

Fátima Bento

Toda a gente fala do orçamento, por isso eu TAMBÉM quero falar. Mas pouco, que já estou farta, mas tão farta, tão farta, tão farta desta merd@ toda que diminuí a minha capacidade de concentração no assunto para uns parcos 10%. Já que tenho de conseguir viver com as decisões daquelas cabeças-pensantes-dizem-eles, ainda que pensem na posição da bandeira, mal por mal, não quero 'sofrer por antecipação'.

Vamos para a rua?

Bora.

Que eu estou tão insatisfeita como toda a franja de portugueses a que ainda pertenço - aqueles que estão agarradinhos aos últimos cadilhos da classe média, mesmo mesmo mesmo a estatelar-nos na nova baixa.

A média-baixa a resvalar para perder a palavra antes do hífen.

Conheço, um caso em €15 euros no salário bruto que vão custar uma perda efetiva (leia-se líquida) superior a 10 vezes esse valor. E estamos a falar da nova franja dos mileuristas. Com ou sem família a cargo, agregados com um ou dois a trabalharem,  em que se segura o mileurismo entre os dentes, agarradinhos à contagem das moedas pretas, mesmo, mesmo prestes a passar aos três dígitos.

Se ELES, imoralmente, renovam frotas automóveis, e demais pomposidades dementes, tanto me dá. Pois que vivam com as suas prioridades TÃO portuguesas e poucochinhas - em que por baixo do fato Dior vestem uma roupa interior esburacada, mas tant pis, que ninguém vê!... - já que numa situação como a nossa, a frota automóvel daqueles filhos da put@ é amendoins em comparação com tudo o resto. Juntem-lhes as Fundações que levaram uma palmadinha no pulso e as outras que nem isso, e não tarda temos um alguidar, mas ainda assim, de amendoins.

O fundo da questão, mesmo o importante, ainda não vi nem ouvi, nesses pomposos senhores da nação que apontam dedos e aventam teorias interessantes, tratado da forma que merece.

Nem vou ver.

Porque essas pessoas, da estratosfera onde se encontram - todos, os detentores do poder vigente, oposição, comentadores, e demais compadrio! - sofrem da fobia que um amigo meu sentia quando entrava num transporte público, há tempos idos de idiotas pós adolescentes em que mastigava um nauseado

'argh, povo!...'

Pois é esse povo que está já a deixar de pagar as contas básicas, e-seja-o-que-deus-quiser, e que anda aos trambolhões a tentar sobreviver entre as prestações, as contas, as despesas a que tem de fazer face, e os apoios, subsídios e afins que não pode pedir porque o escalão (palavrão papão novo) em que se encaixa, ao mesmo tempo que põe a necessidade cada vez mais perto, afasta na mesma medida a hipótese de o pedir.

A solução?

Se calhar, o povo de um país em peso a entrar em incumprimento pessoal, a abrir insolvencias particulares em catadupa, a largar os empregos em que, feitas as contas, trazem para casa pouco mais que a capitação que dá acesso aos subsídios de inserção, aos descontos nos passes dos filhos, aos abonos de familia, às SASEs, e a engrossar as fileiras dos que assim fazem.

Mas depressa, antes que fechem, também, essa torneira, e comecem a varrer a classe baixa (essa que neste momento sorri, regalada por ver o vizinho que até tinha os dois filhos na faculdade a ter a luz cortada, e a desligar o cabo), para uma vala comum.

Que nesta guerra que os Cabeças Pensantes deste país travam, não há lugar para prisioneiros.

E, desculpem lá, mas diz a menina que só está com 10% da atenção presa na política e em quem a faz, mais naquela coisa a que chama Economia, e que não faz sentido nenhum (e porque faria?),

esta procissão ainda está a começar a sair do adro da igreja...

16
Out12

19. DEZANOVE!!!!!!!!!!!!!!

Fátima Bento

Pois que faz hoje dezanove anos que dei o nó com o meu cavaleiro d'armadura resplandecente.

DE

ZA

NO

VE

Não, não vou dizer que parece que foi ontem, porque, de fato, não parece.

Quando a gente deu o nó éramos dois putos mais ou menos maduros a entrar não-sabiamos-bem-onde, para assumir um papel que-não-sabiamos-bem-qual. A única coisa que sabíamos é que, fosse qual fosse o espaço a ocupar e o papel a desempenhar, queríamos fazê-lo juntos.

Dezanove anos, muitos sobressaltos, alguns abanões e outras quantas sacudidelas, fomos enterrando os alicerces da vontade bem fundo, e estamos aí.  E de acordo com o poeta:

"e quando mais tarde me procure

quem sabe a morte, angústia de quem vive,

quem sabe a solidão, fim de quem ama,

que eu posa me dizer, do amor que tive:

que não seja imortal, posto que é chama

MAS QUE SEJA INFINITO ENQUANTO DURE".

Vinicius de Moraes

Mái nada!

15
Out12

Uma LONGA história com final feliz.

Fátima Bento

No passado dia 22 de Setembro fui a uma (mais uma!) consulta com um novo (obviamente) psiquiatra. Com 'o credo na boca', e-vamos-lá-ver-o-que-me-sai-na-rifa, a verdade é que foi um daqueles casos raros de empatia automática. Ora o senhor doutor retirou-me a medicação TODA e substituiu-ma por um óbvio semi-placebo que custou os olhos da cara (e o semi só o é porque a substância é natural, e há plantas que têm propriedades reconhecidas no alivio dos sintomas de algum tipo de depressão...)

Ou seja, em 32 (agora 33) anos de quase-pemanente toma de medicação, zutt, fiquei livre.

Mas o zutt tem algo que se lhe diga.

Um organismo habituado a x antidepressivos, y ansiolíticos, e z hipnóticos durante três décadas, não despe o casaco,o pendura num cabide e já está.

Nope.

Há aquela temível coisa chamada ressaca. Há as náuseas, os tremores, as tonturas, o discurso entaramelado, e tudo tudo o que dizem que há, até algum esporádico estado febril. 

Agora coloquemos todo este caldeirão de sintomas no contexto do momento: o acompanhamento dos últimos dias de uma das pessoa que eu mais gostava no mundo e obvio desarranjo emocional que tal situação provoca em qualquer um.

A verdade é que a situação decorreu melhor de que os prognósticos mais otimistas: mantive (e ainda mantenho), a toma de um ansiolítico, devido às circunstâncias, e começa e acaba aí.

Primeira sensação provocada pela ausencia de quimicos no organismo:"clarividência"(das palavras que me ocorrem, esta parece ser a que mais se adapta, apesar de não ser a correta). Foi como se me tivessem tirado uns óculos escuros e me tivessem colocado uns translúcidos, com a graduação correta, e limpíssimos. E foi como se me tivessem "desalmofadado", para o melhor e para o pior: situações que me davam algum prazer e que me induziam um estado de relaxamento intenso, aumentaram esse resultado exponencialmente. As pancadas, as dores também se sentem mais, mas incrivelmente, ao invés de um encolher de ombros e de um 'deixa estar', fazem-me manifestar revolta, exprimi-la, verbalizar de forma que me parece mais clara e assertiva.

Portanto eu (palmadinha nas costas) que devo ser forte que nem um touro (festinha no lombo), fiz uma detox total em condições completamente loucas, sem apoio clínico, já que entretanto o psiquiatra - que nesta atura é o meu psicoterapeuta - adoeceu, pelo que não voltei (ainda) a ter consulta(!).

Mas estou aqui, e se me é permitido dizer, passadas pouco mais de três semanas, MAIS viva.

Se me contassem, não acreditava...

mesmo.

08
Out12

Silvino Bento, 1 abril de 1939 - 6 de outubro de 2012

Fátima Bento

No passado sábado, 6 de outubro de 2012 às 4:16 minutos, o meu sogro deu o seu último suspiro.

 

A partir das 14:00h, o corpo esteve em câmara ardente na igreja matriz da Cova da Piedade, tendo sido feita a encomenda do corpo no dia seguinte às doze horas. Seguiu-se o funeral, e cremação às 14:00h de domingo 7 de outubro.

Dizer que o meu segundo pai vai deixar saudades é dizer muito pouco. Restam-nos duas certezas: que o mesmo descansou de tanto sofrimento, e que estará sempre vivo dentro de nós.
Descansa em paz, Silvino.

- beijos imensos de todos nós.

03
Out12

Ontem, take 2

Fátima Bento

A verdade é que a coisa tem melhorado de ano para ano.

Primeiro, cá em casa ninguém ligava nenhuma aos aniversários. De birra em birra (ah, que eu não tenho vergonha nenhuma de o admitir!) começaram a ligar.

Depois eram as prendas de aniversário: chances were, levava um bocadinho de nada e outro de coisa nenhuma. Por muito que eu repetisse à exaustão que eu ficava feliz com flores (ah, dar dinheiro por uma coisa que passados dois dias está murcho!), com um anelito da H&M (outro?), um par de brincos dos chineses (até parece que sabes onde estão as largas dezenas que tens!) uma porra de um pastel de nata com uma vela espetada ao acordar (quando eu acordava já o gajo-marido estava no trabalho), ou o raio que o partisse mais o diabo que o carregasse, ficávamos na mesma: eu na expectativa, e, puff, acabava o dia,

a) triste

b) amuada

c) chorona

e prontx.

Como disse antes, de birra em birra, a coisa começou a compor-se, com uma choradeira com direito a um minor break down o ano passado, e a promessa que nunca mais se passava nada do género (esquecimentos e pouco-caso). E que nunca mais NINGUÉM cá de casa deixava de dar uma prenda a quem fazia anos - eu ou outros, que em meio a tanta (des)emoção, até eu começava a deixar de ligar ao aniversário dos outros. 

E vai daí, a minha prenda chegou na segunda de manhã. E o maridão todo inchado de orgulho, e a aniversariante-to-be expectante, mas como não há nada que chegue a uma boa surpresa, com calma e paciência. Ontem às 6 da manhã, abri um olho: eu quero a minha prenda! 

E foi muito giro. Tinha o meu dinheiro apostado num auto-rádio (vá-se lá saber porquê), mas da caixa saíu um... despertador. Lembram-se disto? Pois que me queixava, ocasionalmente, há não sei quantos anos que não acordava nunca com a musica pré-selecionada para começar bem o dia. Ainda por cima, o gajo era de seleção analógica, e à noite se o punha na RFM (por acaso, só por acaso), bastava dar-lhe um toque ao virar-me de noite para de manhã, ser acordada por um som roufenho de estações sobrepostas ou de outra qualquer estação mal sintonizada ou... o pior, acordar com ruído branco, isto é não acordava a tempo, que a estática leva tempo até nos 'abanar' os neurónios. 

Por isso, um despertador novo, com um um rádio de seleção digital (ah, Marginal FM, Marginal FM!) porta USB um leitor de cartões SD, e tudo e tudo, era não só um presente útil (e, perguntam vocês, qual é a mulher que gosta de presentes úteis?) e desta vez EU adorei este presente útil que também era um sinal de que o marido tinha andado a escutar as minhas reclamações em relação ao raio-do-despertador (e até já me vejo no Inverno, na caminha a ouvir musica e a ler um livrito.... ). Para 'ajuntar' ao ramalhete, a minha micro hi-fi queimou a  lente laser de leitura dos CD's, pelo que não havia musica portátil ou não portátil nesta casa - e o despertador

Ah-ah!

é portátil, stereo, e tem uma qualidade de som muito boa. Muito mesmo. Passei de um mini cooper dos antigos para um Nissan Qashqai.

Mas...

eu queria mais - r'áis partam as mulheres que nunca estão satisfeitas...

eu queria, sem que eu o manifestasse, que o marido não tivesse ido ontem ao ginásio, para ficar ao pé de mim, para estar em casa quando eu chegasse, que tivesse ido buscar o filho quando chegou (pois que me ligasse a perguntar se era preciso), que tivessem o raio do pastel de nata com a vela, que me tivessem cantado os parabéns, e brindávamos com sunquick ou red bull, que é o que havia cá em casa, whatever. Que tivessem desencantado pizza, ou frango assado, para eu não ter sequer que pensar no jantar.

Mas em vez disso, dei com uma casa vazia, uma corrida à escola, e depois, chegado do ginásio, o Benfica na Tv, seguido de zap para ténis.

E foi quando me deitei a segunda vez. E foi quando o Vítor desligou a televisão, e deitou-se ao meu lado e falámos.

E ficou prometido que era a última vez que isto acontecia.

E eu sei que não volta a acontecer. Por isso, uma coisa muito boa surgiu de ontem.

- é que eu gosto muito de passar tempo de qualidade na minha companhia, mas estou um nadinha cansada de andar SÓ comigo.

03
Out12

Então, ontem foi assim:

Fátima Bento

Sempre achei que fazer anos é o melhor que há. Primeiro, porque é um dia só nosso - e de quem mais fizer anos nos mesmo dia, mas a menos que tenhamos um gémeo, é o NOSSO dia.

E muitas vezes, durante a adolescência tive (acho que isso é um mal comum...) tristes experiências 'aniversariais', pelo que, como para tanta coisa, preveni-me: passei a fazer wish lists, contagens decrescentes, a avisar de véspera... tudo para não ter de passar pela situação de se esquecerem do meu dia.

Porque para mim isso equivalia a esquecerem-se de mim.

Ora bem, reminiscências à parte, preparei o meu dia para ser, no mínimo,fantástico.

Passei a manhã no SPA. Yup, o tratamento era previsivelmente de 90 minutos, mas demorou mais tempo. MA-RA-VI-LHA! Mmmmmm... [voltamos lá dia 16, desta feita os dois, já que fazemos anos de casados, e aproveitei uma prenda de aniversário em numerário que, regra geral, recebo, e canalizei-a para aí. O Vitor TEM de saber o que é aquela experiência!] 

Bom, mas voltando a ontem, saí do Spa três palmos acima do chão (juro!), peguei no carro e fui para o Almada Fórum, para ir ver o 'Terapia a Dois', com a Meryl Streep e o Tommy Lee Jones - era esse ou o 'Para Roma com amor', do Woody Allen. Dirão que não seria de antever que qualquer um dos dois fosse merecedor do carimbo de 'grande filme'; não era suposto, também, ontem ir ver um Grande Filme, nem um que me fizesse pensar per si, apetecia-me desfrutar o dia, ponto paragrafo (chamemos-lhe fifty shades syndrome - diverte, enterte, e chega).

Pois que foi o filme perfeito para ontem, e digo mais: que se lixem os 6.7/10 que o IMDb lhe dá. Um Óscar para qualquer dos dois seria merecido, são, e estão fantásticos, o filme é uma ternura deliciosa.

Depois fui ver o presente que a minha filha me comprou mas que ainda vai levar uns dias a chegar - canudo, havia fila na Fnac para lhe mexer!!!! - INEZ, RYAN, ADOREI, I LOVED IT - the one for show was black, so I'll still be surprised when I get it! !

Mas aqui no blogue vão ter de esperar os dias que eu vou esperar para lhe chamar meu para saber o que é.

Ah-ah!

Depois, o meu dia seguiu igual a todos os outros 364. Fui levantar o passe do pikeno ao Pragal [quem já passou por isso, com o sol de feição, sabe o 'bombom' que foi estar mais de uma hora ali à seca (sim, à torreira do sol, é mais que seca)]. Segui para o Centro de Saúde, para tratar de um assunto relativo ao sogro, fui aos sogros - só espreitei o doente que dormia profundamente, e voltei para casa, cansadíssima (depois explicarei porque é que me ando a cansar tão facilmente). Mal entrei fiz

- ufffffaaaaa!

verifiquei que o marido já tinha saído para o ginásio, vejo uma rosa na sala com um post it, assinado pelo meu filho. Fiquei toda feliz! Ato continuo fui ao quarto dele, que estava vazio.

Ai o puto que ainda está na escola, e está à minha espera!

Tinha acabado de pôr o telemóvel a carregar, ligo-lhe, enfio as sabrinas e saio desembestada algures entre a vontade-de-dizer-palavrões-ou-de-desatar-a-soluçar-que-nem-um-bezerro-desmamado, mas como não tinha tempo para uma coisa nem para a outra, ficou o assunto resolvido.

Mal regressei a casa, descalcei-me, tirei a roupa (que tinha sido comprada antes de perder estes quatro quilos, pelo que me fez passar o dia consciente de estar, além de desconfortável - a saia subia e girava confome lhe aprouvia' e a camisola mal tocava no corpo - com um ligeiro ar de 'saco de batatas') e mergulhei na cama.

E pronto. Foi assim o dia do meu 45º aniversário.

O Vítor chegou às 21:30h, mais ou menos, e eu estava triste.

Prontx.

P.S: A prenda do marido foi uma epopeia de dois dias; foi entregue na segunda, e aguardei pacientemente até ontem, uns minutos antes das 6, para a abrir. Falo sobre isso no post seguinte.

Este foi o post umbelical e mimimimico do meu aniversário.

(de vez em quando, sabe bem ter pena de nós e desabafá-lo, desculpem qualquer coisinha...) 

Já volto mais animada - a monocordia do Gasparzinho está-me a deixar balhelhas, tenho mais é de ir dormir. 

Mais logo volta a metade feliz, alegre e brilhante. E quanto mais não seja porque o dia acabou ali, mas não as conclusões aferidas a dois que foram muito positivas. Mas falo depois, ok? 

01
Out12

A vida é tão curta...

Fátima Bento

... não me faltava mais nada de que perder tempo a ler o que não gosto! Geralmente só não ficam a meio porque nem chego lá.

Mas honestamente: não gosto. Acabo por 'pôr de lado' na esperança de revisitar mais tarde. Não sou nada agarrada a objetos, mas com livros consigo chegar a ser um bocadinho "doente". Acho que não há nada que não nos possa ensinar algo: e um livro, por mais mau que seja, há-de ter qualquer coisinha que se aproveite... e depois, é vê-las,  pilhas, e pilhas...

No entanto, houve uma exceção. Há por aí dentro de uma caixa (nos descartáveis, uns para doar à biblioteca, outros para venda) um, UM único livro para ir para o ecoponto.

Um.

Andei nem sei quanto tempo para o comprar. Quando o comprei, a capa tinha um pequeno rasgão, mas ' e eu ralada', trouxe-o a preço de capa e tudo. É ele 

e foi o maior desgosto de que me lembro.
Na edição que tenho, a tradução é tão má, mas tão má, que se perde o sentido da estória, da narrativa, do livro.
Foi um enorme desgosto, mesmo.
Acho que antes de o enviar para a sua derradeira morada ainda lhe vou voltar a passar a vista... quem sabe era o meu cérebro que estava a trocar os vês pelos bês? As hipóteses são escassas, porque já fiz o tira-teimas algumas vezes, mas acho que só vou fazer as pazes comigo e com este livro, quando o ler no original.
Talvez em e-book no kobo reader.
Vamos a ver...

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