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Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma "dona de casa" 2.0

... à beira de um colapso

10
Jan13

Samsung e mais a polémica

Fátima Bento

ou

Eu tenho é inveja da Pepa!

Juro,

o que eu mais

queria

querer

para 2013, era comprar uma carteia Chanel preta que dá bem com tudo, com dinheiro do meu próprio bolso.

 

Porque isso queria dizer que não ia querer deixar de ser insultada gratuitamente, chamada de ignorante por um assunto sem importância - e no qual eu tinha razão - por alguém que, quando me recuso a dar a conversa por encerrada ali, me sai desabrido do carro, com este em andamento, virando no sentido inverso da direção para onde era suposto ir, e me deixa com a sensação de ter voltado a ser espezinhada. Pela enésima vez.

 

O que eu mais queria

era ter achado que 2012 foi um ano muito giro,

porque isso quereria dizer que não tinha perdido o meu sogro, que não tinha passado meia dúzia de meses a acompanhar pessoas que amo muito, e no fim dar comigo de mãos vazias de amigos, que afinal, a bem ver, não o eram...

 

Eu tenho é inveja

daquelas meninas e meninos com sotaque nasalado

que desejam coisas para 2013

que eu também queria desejar,

já que isso quereria dizer que não tinha mais com que me preocupar, não tinha de decidir todos os dias aquelas coisas comezinhas que eles e elas não sabem o que é - mesmo que tenham, se for o caso, de tirar os caroços das próprias cerejas -  e que afinal consistem no grosso do bolo

que as invejosas como eu

têm de gramar todos os dias, e que às vezes, em vez de o comerem, são comidas por ele.

 

Eu tenho mesmo, mesmo inveja daquelas meninas e meninos.

Tenho.

Inveja.

Mesmo.

09
Jan13

Agora na televisão, a não perder:

Fátima Bento
Tem inicio hoje na FOX, por volta das 22:15h  a segunda temporada. Se, como eu, apostou na serie e gostou da primeira, avance sem medos: esta não vai deixar ficar mal quem ficou fã de Olivia Pope.
Esta é uma receita a se tomada sem medo de indesejáveis efeitos secundários.
A NÃO PERDER
De todo.

08
Jan13

Les Misérables - seis estrelas chegarão?

Fátima Bento

Começo por informar quem por aqui passar que,

  1. Não conheço a obra de Victor Hugo;
  2. Não vi nenhuma das versões anteriores da mesma em celulóide;
  3. Não vi o musical em palco.

O fato de estar em exibição no West End desde 1985 diz qualquer coisa sobre a qualidade da coisa, mas o meu conhecimento ficava-se por aí - isso e mais o saber que era um dramalhão 'de caixão à cova'.

Facto:

Do mesmo autor,  "O Crocunda de Notre Dame", editado em 1832, foi considerado o seu maior romance histórico, e antecedeu "Les Misarables", publicado em 1862, tendo sido inicialmente publicado apenas um excerto da obra total, "Fantine", e posteriormente, a obra completa, que, não tendo sido bem recebido pela sociedade francesa contemporanea, terá conhecido um sucesso imenso, tendo sido adatado ao teatro, à televisão, ao cinema e a musicais, como é certo e sabido.

E é sobre isso que falo hoje.

Não seria de esperar outra coisa senão uma grandiosidade elefantina nesta adaptação ao cinema. Começando pelo investimento imenso.
E tudo resulta nesta adaptação da obra ao grande écran.
Resulta a reconstituição da época - e outra coisa não seria de esperar - a grandiosidade impressa logo no início, e a e interpretação de cada um dos atores.
Contrariamente a muitos críticos de cinema, considero, euzinha, espectadora, que os grandes planos só enriquecem a obra. 

Hugh Jackman, e o seu Jean Valjean consegue, ao longo de 157 minutos, fazer-me sentir o seu desespero, angústia, afirmação, apreensão, amor, aflição... o olhos nos olhos com o espectador, quanto a mim, é importantíssimo, e desmascararia uma má atuação. Hugh Jackman, por essa ordem de ideias, é soberbo.

 


Passando a Javert, interpretado por Russel Crowe (e informo desde já que desconhecia o fato do mesmo ter uma banda - e não é a primeira - e ter já alguns álbuns editados, coisa que o meu infante sabia muito bem...), pareceu-me a mim que o 'cantado ao vivo', que pautou a filmagem, no seu caso terá sido alvo de algumas misturas... ou então estou só a ser má língua... Mas para o seu desempenho está assegurado um aplauso merecido.

 

Anne Hathaway, Fantine, tem um papel "curto" em termos de duração (chegará, quiçá, a um terço do filme?), mas imenso em termos interpretativos. Segundo a própria, foi um trabalho que lhe doeu, e essa dor é talvez tão visível como a de Jackman. A sua frescura habitual vai desaparecendo sob as camadas de angústia que surgem à medida em que o  seu sonho se materializa no pesadelo em que a sua vida se transmuta - mas não é possível esconder a beleza indesmentível da atriz.

E o restante elenco cumpre, igualmente, o seu papel. Amanda Seyfried (Collette), que só tinha ouvido cantar em "Mamma Mia", recordou-me uma das poucas vozes de que consigo gostar apesar do  vibratto da mesma (e as vozes com 'trinados' irritam-me sobejamente). E Eddie Redmaine (Marius) surpreendeu-me muito positivamente, a par com Samantha Barks (Éponine).
Finamente, Helena Boham Carter (Mme Thénardier) parecendo-se, cada vez mais, consigo própria, a fazer par com Sacha Bharan Cohen (Thénardier), colam-se-me à memória em "Sweaney Todd"...
O filme promete e cumpre.
Diz-se à boca pequena que vai "varrer os óscares" mas sobre esse assunto não faço previsões. Ficarei inconsolável se o de Actor in a leading role não for parar às mãos de Jackman, mas quem sou eu para vaticinar prémios numa cerimónia que resulta da intresecção de premissas que ultrapassam a qualidade do ator, realizador, filme, etc., em suma, o cinema per si.
E para além do mais, temos de esperar pela próxima quinta-feira 10 de janeiro, para tomar conhecimento das nomeações, e medir "a concorrência".
Recomendo vivamente!
Mas, para quem está com dúvidas:
    • este filme É um musical. Se presume não 'aguentar' 158 minutos de cantoria, não vá ver. Perde um filme com um F muito grande mas... prontx...
    • tem medo de ter de levar uma caixa tamanho jumbo de 'kleenex' por companhia? Não receie - nem leve. Basta um lenço - mas esse, acredite, vai usar.
    • Vai, como diz a Tentações, ver muitas laringes? Se calhar vai - eu não vi. Onde os critícos de cinema da Sábado viram epiglotes, eu vi olhares. 
Quem será que ficou a perder?

07
Jan13

"Os miseráveis"

Fátima Bento

OU

como

Podes tirar os portugueses da província, mas não podes tirar o provincianismo dos portugueses...

Eu não sei quantos dos que aqui passam fazem como eu e compram religiosamente a Sábado, todas as quintas, e vão ao Tentações ver as críticas das estreias cinematográficas da semana. E farei eu isso porque a qualidade das mesmas é 'à prova de bala'?

Pois que não é bem isso... é mais o contrário: quão mais baixa é a classificação, mais me sinto confortável em ir ver a fita - mas devo acrescentar que levo em conta o que leio no suplemento, que é sempre bastante pertinente - não se focando, na minha opinião, no mais importante para 80% de

quem vai ao cinema sem quaisquer pretensões intelectualóides

mas que me dá uma perspectiva diferente e mais ampla, não há como negar.

Dito isto, esta semana não li a critica ao "Os Miseráveis". Bastou-me a nota, 25%, para me fazer passar adiante. Li a resenha dos personagens, que me divertiu e ao fazê-lo, impediu-me de levar a coisa demasiado a sério.

E hoje, fui ver o filme.

Em primeiro lugar, gostava de saber quem começou a moda (já antiga) de traduzir nomes.
Há nomes que o são per si
- é o caso de 'Les Misérables', que nem os ingleses se 'atrevem' a traduzir, chamando-lhe meigamente "Les mis". Mas nós, enfunados do provincianismo do costume, TEMOS de mostrar ao vizinho que sabemos que a tradução de "Les Misérables" é "Os Miseráveis", mas o qu'é que pensam? E mais, somos tu-cá-tu-lá com o autor, o Vítor Hugo, qual 'viktorr hiugô' qual quê!...
É isso e chamar Isabel à Raínha Elizabeth de Inglaterra e chamar Príncipe Carlos ao Príncipe de Gales, Charles de batismo. 
Somos assim, será que nos sentimos tão pequeninos que precisamos de tratar os que achamos grandes de forma a senti-los mais próximos? Se alguém me explicar porque é que os Champs Elisées TÊM de ser os Campos Elíseos, acabavam-me com uma semi-questão-existencial...
Pois, mas o que vos traz a este meu blogue é saber a minha opinião do filme que vi à bocado, na sala 4 do Zon Lusmundo do Almada Fórum, sentada na cadeira 21 da fila I, precisamente às 13:00h, não é?
Pois que vos digo já que para corroborar a mesma, fiz pesquisa - sim, sabem há quanto tempo não fazia uma para um post? - e para corroborar a opinião da película dispensei o teste dos dois dias* e usei outro, que só é aplicável em casos raros.
Quereis saber então, como foi? 
Amanhã, terça-feira 8 de Janeiro, estará aqui.
Só não avanço a hora.

*teste dos dois dias:
  1. vês o filme
  2. vais para casa
  3. não pensas no assunto
  4. se ao fim de48 horas o filme ainda se passear pela tua memória, temos filme com F maíusculo.

05
Jan13

As 45 lições que a vida me ensinou, por Regina Brett

Fátima Bento
Hoje de manhã, no minha página principall do facebook alguém tinha postado esta pérola. Melhor, estas 45 pérolas. Não pude deixar de partilhar, passar para o word, traduzir... aqui fica o original. Quem preferir não tentar traduzir, não se preocupe: vou escrever sobre estas 45 lições até ao final do mês. E em português, claro.
"1. Life isn't fair, but it's still good.

2. When in doubt, just take the next small step..

3. Life is too short - enjoy it..

4. Your job won't take care of you when you are sick. Your friends and family will.

5. Pay off your credit cards every month.

6. You don't have to win every argument. Stay true to yourself.

7... Cry with someone. It's more healing than crying alone.

8. It's OK to get angry with God. He can take it.

9.. Save for retirement starting with your first paycheck.

10. When it comes to chocolate, resistance is futile.

11... Make peace with your past so it won't screw up the present.

12. It's OK to let your children see you cry.

13. Don't compare your life to others. You have no idea what their journey is all about.

14. If a relationship has to be a secret, you shouldn't be in it...

15. Everything can change in the blink of an eye But don't worry; God never blinks.

16... Take a deep breath. It calms the mind.

17. Get rid of anything that isn't useful. Clutter weighs you down in many ways.

18. Whatever doesn't kill you really does make you stronger.

19. It's never too late to be happy. But it's all up to you and no one else.

20. When it comes to going after what you love in life, don't take no for an answer.

21. Burn the candles, use the nice sheets, wear the fancy lingerie. Don't
save it for a special occasion. Today is special.

22. Over prepare, then go with the flow.

23 Be eccentric now. Don't wait for old age to wear purple.

24. The most important sex organ is the brain.

25. No one is in charge of your happiness but you.

26. Frame every so-called disaster with these words 'In five years, will this matter?'

27. Always choose life.

28. Forgive but don't forget.

29. What other people think of you is none of your business.

30. Time heals almost everything. Give time time.

31. However good or bad a situation is, it will change.

32. Don't take yourself so seriously. No one else does..

33. Believe in miracles.

34. God loves you because of who God is, not because of anything you did or didn't do.

35. Don't audit life. Show up and make the most of it now.

36. Growing old beats the alternative -- dying young.

37. Your children get only one childhood.

38.. All that truly matters in the end is that you loved.

39. Get outside every day. Miracles are waiting everywhere.

40. If we all threw our problems in a pile and saw everyone else's, we'd
grab ours back.

41. Envy is a waste of time. Accept what you already have not what you need.

42. The best is yet to come...

43. No matter how you feel, get up, dress up and show up.

44. Yield.

45. Life isn't tied with a bow, but it's still a gift."
*written by Regina Brett, of the Plain Dealer Neswspaper, Cleveland, Ohio

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