O que tem de ser tem muita força!
Eis senão quando bastaram 48 horas, e-mails, telefonemas, contactos via MSN e pessoais, não esquecendo DE TODO os comentários aqui deixados, para eu conseguir ver as coisas com olhos de ver.
Um escritor quando lança um livro, este deixa de pertencer ao autor, e passa a pertencer a quem o lê. Aqui eu não sou escritora, nem estou a lançar qualquer obra; no entanto, contando com a já provecta existência deste blogue, ganhei agora noção que o mesmo já não é (só) meu: é (também) de quem o lê. Provávelmente até mais que meu.
Eu escrevo aqui. E como sou só eu, o problema é que se páro, o mesmo, óbviamente, deixa de existir.
Por isso, e apesar de não me apetecer de todo escrever, tanto que estive a adiar escrever este post durante umas horas, a verdade é que não posso fechar o blogue. Ou blogues, a ver vamos qual ou quais vou reabrir - o "donadecasices" será dos primeiros.
Devo isto a todos que me lêem, a todos os que gostam de mim, e também, porque não, a mim própria. Desistir de projectos é uma coisa que me dói sobremaneira, e de dores, estou eu farta.
A partir daqui os comentários vão passar a ser moderados, com excepção para os amigos do blogue. Os restantes, serão sujeitos a aprovação.
O anonimato é imediatamente excluído, sem leitura da minha parte: se o comentário não tiver qualquer nome, a tecla apagar está lá para alguma coisa... e eu faço questão de a usar.
Os IP's continuarão a ser gravados: mais, vou instalar um programa de gravação de IP's, para inclusive reconhecer de onde vêm os emails que recebo.
Posto isto, não sei se volto a escrever já amanhã, ou não, sendo que o mais provável é que o faça.
E para quem acha que eu fiz isto para chamar a atenção e ter mais visitas, só tenho a dizer isto:
E vai daí tenho a enviar mólhadas de b'jinhos para todos e obrigado pelo apoio.
A sério, no meio desta tempestade toda é bom saber que nos lêem e gostam de nós (o que é que querem sou bestialmente emocional. Por isso é que as coisas me afectam tanto...).
E agora, acabou de vez este assunto. Não vou voltar a ele nunca mais.
Isto vai ser mesmo começar de novo.
Até amanhã
Fátima