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Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

Diário de uma dona de casa 2.0

... à beira de um colapso

12
Fev14

Estes vão ficar a morar aqui :)

Fátima Bento

Já pus na pagina do facebook, mas também quero deixar aqui arrumadinho.

Os meus dois momentos favoritos do concerto do Michael Bublé na Meo Arena (ambos do primeiro concerto, dia 1 de fevereiro, eu fui no dia seguinte)

(video amador, crédito andreia5santos)

(video amador, crédito João Pinto)

03
Fev14

Michael Bublé Day parte 2/2 ou Como o bom pode ser Ótimo, e o ótimo às vezes é inólvidável

Fátima Bento
{Ponto prévio: sou fã de Michael Bublé desde o primeiro álbum. Dou grandes tareias de MB a todos cá em casa - não têm outro remédio senão gostar - e é a musica que oiço na praia, a que ouço em casa quando cozinho, quando trabalho no teclas, quando tenho frio, calor, quando estou alegre, quando estou triste. Ir a um concerto de Michael Buble é, per si, um sonho tornado realidade e é difícil passar para aqui o que foi o concerto de ontem sem extrapolar na utilização de adjetivos.}
Mas, dito isto, a verdade é que fui sem expectativas de maior: afinal é um show protagonizado por um crooner e uma orquestra, certo? O que é que um cantor e uma banda podem fazer de extraordinário? Levava na memória o concerto em video 'Caught in the act' e uns pequenos apontamentos que fui apanhando aqui e ali, e que mostravam o quanto o rapaz é simpático, descontraído, talentoso e gosta de interagir com o publico, mas ainda assim não deixava de ser um homem e uma banda. Com uma secção de metais, uma secção de cordas, e pronto.
Repito a pergunta a que hei-de responder mais à frente:
Um tipo e uma orquestra. O que é que podem fazer?
Começando pelo começo: espétaculo marcado para as 20:00h. 19:50h, somos 'mandados' sentar para a coisa começar.
Primeira surpresa: o quê, vai começar a horas?
Começou. 
Mesmo às 20:00h.
Para aquecer a plateia tivemos o prazer de ver atuar os 'Naturally 7', banda de New York, que canta à capella. Completamente à capella.
[Nota: vale mesmo a pena procurá-los no You Tube].
Coisa de 45 minutos depois despedem-se, ilumina-se o recinto e ficamos à espera da estrela da noite. Nesta altura aproveito para fotografar a Meo Arena
Esgotadíssimo, como se pode depreender. Na segunda foto podemos ver o que parece ser o 'pit' onde as camaras fixas que transmitiam para os jumbotrons e a demais parafernália era 'comandada', e onde estavam os acompanhantes do artista e dos músicos, e que ficava na ooooouuutraaa ponta da Arena.
21.10h o publico começa a manifestar-se. Passados dez minutos, se tanto, apagam-se as luzes e levanta-se um pouco da cortina para nos mostrar o cantor atrás do microfone a cantar uma canção 'estranha' para inicio de concerto - tanto quanto me lembro, 'Try a little tenderness'. Franzo o sobrolho, que raio de maneira de começar. Acaba a canção, baixa o espaço por onde o vimos e entra a pirotecnia, uma dezena de labaredas de que senti a temperatura, e quando damos por nós, o pano já não está lá, está o homem, a banda, e ouve-se 'Fever'. Ainda não é desta que me levanto, vou cantando. Sem tempo para aquecermos, 'Haven't met you yet' faz-se soar - apostava que aquela estaria no bolso para o encore. Sinto-me baralhada. Satisfeita, estou ali, a ouvir 'O' Michael Bublé, mas acho que está  tudo estranho. Penso que estive quase a dar €120 por um bilhete para a fila O da plateia e sinto-me bem com a opção que fiz.
Sem problemas, Michael fala connosco que diz (e é verdade) sermos um dos melhores públicos, e que toda a gente que cá vem diz o mesmo. Sim, já sabemos que é assim, somos bons, e mesmo que não fossemos, passávamos a ser. Começam as piadas do costume, e às tantas, não percebo se fomos nós se foi o show, mas tudo se conjuga. Os jogos de luz, a movimentação em palco... a temperatura sobe, os flashes e os écrans dos telemóveis continuam a ver-se, e estamos todos num jogo em que todos os detalhes jogam, contam, tudo estudado ao pormenor, e aquele início "falsamente descoordenado" começa a fazer sentido para gerar o crescendo
E aqui gostava de me lembrar em que momento, em que musica, ele desce do palco e atravessa a arena (e isto não é novidade, pode até dizer-se ser habitual). Vai distribuindo toques, beijos rápidos, rodeado por um batalhão de seguranças para, fundamentalmente abrir caminho e garantir o timing... Michael sobe ao outro palco - que afinal era o que 'aquilo' era, por respeito para quem de tão longe via tão pouco, e onde já estavam os elementos dos Naturally 7.
E sai uma mão cheia de musicas, uma delas à capella com os sete, e no meio de tanto deslumbramento, de tanto planeamento, Bublé volta a atravessar a Arena ao som de 'All you need is love' dos Beatles, e quando sobe ao palco e começa a cantar, cai uma imensa chuva de milhares de confettis tamanho XL na forma de corações sobre toda a plateia. 
Aqui vacilo  pela primeira vez: canto? danço? aplaudo a compasso? Puxo do telemóvel? Pois que consegui fazer tudo e... resultou na perfeição.
Daqui ao encore, não há tempo para arrefecer ânimos, para a adrenalina quebrar, nem quando as musicas são mais românticas e calmas. Michael ama o publico, o publico devolve com juros.
Hora do encore, ele retira-se, a orquestra mantém-se no lugar, Bublé entra sem o papillon nem o casaco do smoking, mas com um blaser de sequins. A produção visual esmera-se, as estrelas alinham-se, tudo, tudo, TUDO está certinho, correto, perfeito.
Para a útima musica o artista, visivelmente emocionado escolhe 'Song for you', porque é, segundo o próprio, a última atuação da tour, e é Portugal, e é por isso. E ISSO, é a letra da canção, a mensagem, uma canção dedicada a nós todos.
No solo, o saxofone toca no 'palco B'. Quando voltamos a olhar para o palco onde o cantor se encontra, Bublé está sózinho, com a cortina já fechada, sem a orquestra, larga o micro, pede silêncio, arranca o auricular e, sem qualque suporte sonoro, enche a Meo Arena com a sua voz.
A SUA VOZ.
Acaba, acena, agradece, recua, entra pela abertura por onde tinha surgido no inicio do show.
Atiramos a casa abaixo com aplausos e bravos, mas ninguém se atreve a pedir mais um encore: fica ali claro que
ELE DEU TUDO
E não se pede mais a quem se dá por inteiro.
E é essa a única resposta à pergunta que fiz no inicio do texto:
O que é que um cantor e uma banda podem fazer de extraordinário?
TUDO.
03
Fev14

Michael Bublé Day { Domingo, dia mágico } parte 1/2

Fátima Bento

Ok, ok, ok, ok...

Ontem, um nadinha antes da meia noite já eu estava agarrada aqui ao teclas, mais propriamente no Facebook, a postar uma foto do concerto. E uma hora depois, instagramava outra.

Impossível era escrever sobre o assunto aqui... cheguei a casa com os olhos cheios de estrelas, e o Tico e o Teco estavam ainda em êxtase, decidi dormir sobre a experiência e guardar para escrever sobre o concerto hoje.

Contado como se fosse uma história: eu e o marido fomos para o Parque das Nações cedo, mas como estava um ventinho fresco, e solinho qu'é bom, só se andássemos a correr atrás dele, acabámos dentro do Vasco da Gama a comer gelados, para começo de conversa.

[na varanda, melher? Ná! Mudámos de ideia em dois tempos (acho que foi mais um e meio, mesmo...)]
Demos umas voltas, com umas paragens para conversar, e pouco depois das seis já procurávamos local para jantar, que o concerto estava agendado para as 20:00h
(... yá, pensei eu e pensam vocês, oito da noite! Com os atrasos do costume estás com sorte se começar antes das dez...),
e queríamos entrar no Pavilhão por volta das 19:00h, ou pouco depois disso
(sim, eu sei, a minha costela masoquista em acção, pensais vós...)
E pronto, passavam uns bons minutos das sete quando passávamos o último 'controlo' dos bilhetes e éramos brindados com chocolates gentilmente oferecidos pela Meo, por umas meninas desvestidas a rigor. Dirigimo-nos à nossa secção 16, onde o marido fotografou aqui a 'vedette'
Faltavam dez minutos para a hora marcada, e começaram a chamar as pessoas aos seus lugares - esta coisa vai começar a horas!!!!!! pensei eu, aparvalhada.
E começou. 
Saltando já para o P.S. do post seguinte, diverti-me aos mólhinhos
(tive três lugares só para mim - gaija de sorte, parece queforam dos poucos em que quem comprou não compareceu),
cantei o concerto TODO
(mas no fim ainda tinha voz!)
Dancei, ri, gritei, aplaudi, e fotografei. E eu que até pertenço àquela 'escola de pensamento' que defende que através da lente não vês, nem vives o momento, dei graças aos céus pelos telemóveis com câmara, e não perdi nada por isso.
E, numa frase
o concerto foi
pura magia...

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