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... à beira de um colapso
Ui, o que eu podia dizer de coisas boas desta ultima semana!
Coisas tão boas que aconteceram!
Uma inspiração:
conheci uma pessoa muito especial, tão, mas tão apaixonado por aquilo que faz, tão cheio de energia positiva que se torna pegajoso: é impossível estar em baixo ao pé dele. Completamente. Daquelas pessoas que nos fazem acreditar que, se quisermos e trabalharmos para isso, tudo o que quisermos é possível. E que o segredo é mesmo o contentamento, a alegria, o entusiasmo, a paixão.
Uma evolução:
aqui a logística começa a ordenar-se. Mais no papel que de facto - as coisas desenrolam-se sempre mais lentamente de que prevemos. E apesar dos atrasos, a coisa toma forma.
Um projeto:
mais que um. Tenho (mais uma vez é uma coisa tão boa!) a sorte de contar com a paciência de quem 'emparelha' comigo... senão, era mesmo difícil. Prometo que vai valer a espera :) Passadas as festas e o movimento característicos, vou entrar em 2014 a bombar - não por ser um novo ano, mas por voltar tudo à normalidade - e vai ser uma normalidade nova :)
Um presente:
chegaram os meus muito aguardados novos livros do (e sobre o) António Lobo Antunes. Em pulgas para ler Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes, que não é dele mas é com e sobre ele. Mas primeiro acabo o 'Conhecimento do Inferno'.
Uma coisa boa:
há coisas muito boas que nem se contabilizam, simplesmente se sentem. E esta semana houve pelo menos uma coisa tão boa, de doer e trazer lágrimas aos olhos. E mesmo com dor é tão bom conseguir chorar...
Um mimo:
remeto para aqui, um melhor do meu dia, o meu inicio de ontem. Não sei se foi o melhor do dia, mas foi o melhor de muitos. Coração quentinho, e no final do dia um gramo de ti, bué. Para que não me restem dúvidas.
Posto isto, uma semana com coisas tão boas. A conversa com a filha à bocado, via facebook - que aqui a mãe para ligar o skype só por procuração e mesmo assim, é só às vezes... - e um sticker gigante com um smiley de encher a alma.
Foram assim estes meus últimos dias.
Tão bons.
Pois que sim: penso demais. E quando chega este momento, até se ouvem os dentes a chocalhar aiaiaiaiai o que é que vou escrever.
Womanup, Fátima Bento, womanup!
Ok, hoje o melhor do meu dia foi o mimo na well's... não, o melhor do meu dia foi a Piccolina, que como eu não me deitei de tarde se fincou no meu lugar da cama até agora, e a Mia foi remetida aqui para a sala.
Não, o melhor do meu dia é acordar e olhar o meu roupeir(ã)o, e pensar a quantidade de tempo que estive para comprar uma coisa daquelas e agora está lá, no lugar, yey!
Não, o melhor do meu dia foi ter limpo o meu facebook, e sobrevivido (esta era piada).
Agora a serio:
O melhor do meu dia foi ter andado bem disposta.
Mesmo se o miudo não foi ás aulas eu mantive-me bem disposta.
Mesmo se esteve quase a saltar a tampinha na rede, aguentei-me bem disposta.
E vou deitar-me bem disposta.
SEM QUIMICOS (nem naturais)
P.S: e sim, o trabalho da Inês da Wells foi fantástico. Foi, foi, foi. E é bom poder ac€der a miminhos destes...
O melhor foi mesmo rever uma amiga que já não via há imenso tempo, e termos passado horas a conversar (nestas alturas acho sempre que sou eu que falo mais... fui não fui, P?)
Beijo grande, e fico à tua espera, aqui, um destes dias!
O quarto está pronto para receber o roupeiro, que os senhoras da Ikea vêm montar na terça-feira de manhã (e bem preciso é, que a única coisa que está ok é a parede onde o mesmovai ser montado; o resto é o inferno à solta...). De modo qu amanhã vou poder passar o dia com uma amiga que não vejo há imenso tempo, uma vez que arrumar a confusão só depois do jogo - isto é, do roupeiro montado e no lugar. Aí a fasquia aumenta, e o jogo muda: é NÃO SÓ criar um lugar para cada coisa e pôr cada coisa nele, mas também retirar a tralha do quarto que seguiu para o "escritório", que ainda tem aspas, já que está por pôr em ordem, e com tudo no lugar.
Uma semana.
Daqui a uma semana as aspas saem do escritório, e a ordem estará instalada lá.
Dia 2 de dezembro será o primeiro dia do resto da minha vida.
Até lá, step by step, vou começar a caminhada que me há-de levar onde preciso ir.
Hoje libertar aquela parede (e criar uma pilha intransponível no meu lado da cama) foi o primeiro passo desta caminhada.
Hoje estou otimista e... feliz.
Dormi, na noite passada, que nem um anjo. Desde domingo passado que acordava por volta das duas e ficava acordada até às 7:00 - 9:30, e depois lá dormia mais uma ou duas horas, o que fazia o dia render ZIP, népia.
Ora como tomava diazepam e zolpidem e dormir que é bom, nem vê-lo, borrifei-me para os medicamentos químicos, e fui comprar Angelicalm.
Pronto.
Esta noite dormi, de seguida... até as 09:10h. Fantástico!
É uma qualidade e rendimento de dia que não têm nada a ver :)
E eu quero acreditar.
Para ser O MELHOR do meu dia eu devia dizer que acredito mas fico pelo quero.
O resto virá a seu tempo.
Não consegui responder às suas dúvidas porque não consigo articular pensamentos e pô-los em palavras...
Mas os maus momentos não duram sempre. As pessoas fortes tendem a durar mais um bocadinho..
Estamos no Brasil!
(de segunda-feira 18)
Passei o dia com problemas, e por isso, deitada. De perfil, com uma gata no colo e outra atrás dos joelhos.
O melhor de ontem foi o post que acabei de publicar. Não está editado, não o li, e não o quero ler hoje.
Deitei a alma pelos olhos, chorei o tempo todo em que o escrevi (que não sei de onde saíu) e mais umas horas a seguir. Lavei a alma, mas amanhã releio, penso nisso, faço o balanço.
Hoje não quero chorar.
Hora de fazer contas ao dia. A contabilidade do dia é positiva e o rácio hoje foi um bocadinho melhor as coisas boas que as menos boas. Menos boas assim que me lembre, só uma mais pequena e outra menos pequena. E a menos pequena seria 'o melhor do dia' se eu não soubesse como sei, que é um dos poucos erros que insisto em repetir... como quem corre por gosto, coiso e tal, não conta para o baralho.
O melhor do meu dia...
Encontrei uma fabulosa entrevista do Alan Rickman ao New York Times, em palco, no You Tube, de 60 minutos, inteligentíssima, que vou repetir o visionamento com certeza.
Mas desculpem lá, isso não me retira a quote que uma espetadora faz do Rickman "the plesure of taking his heart with a spoon", e que me dá idieas que me põem a salivar de vontade de fazer tal isso - mas não era o do ator, tadinho...
É pá, apetecia-me. E apetece-me pôr esta imagem
